terça-feira, novembro 29, 2005

O DIA DO DESRESPEITO A FAMÍLIA!!!

Na maior cara de pau dos últimos tempos, a FEMSA, maior engarrafadora de Cocacola do país, vem instituir o “Dia da família” a ser comemorado no próximo dia 4 de dezembro.
Como os grandes oportunistas, que cobrem os fatos com cortinas de fumaça, a engarrafadora, logicamente manipulada por sua mentora maior, a Cocacola Industrias Ltda., tenta desviar a atenção dos consumidores para o escândalo, sem precedentes na história do consumo popular, por seu ineditismo, pelas suas irregularidades e pela sua imoralidade.
Senão vejamos: No início do mês, o Instituto Nacional de Criminalística, INC, órgão da Polícia Federal, após exame laboratorial solicitado por vias judiciais, procedeu exame dos componentes da bebida Cocacola. O laudo, detalhado e assinado por três peritos comprovou e que muitos já sabiam, alguns duvidavam e todos(que quiseram) comprovaram. A COCACOLA contém, sim, derivados da folha de coca em sua composição, o que é proibido pela lei brasileira de entorpecentes em vigor, e que segundo renomados toxicologistas, causa dependência física e psíquica.
O que estamos assistindo é a seqüência de uma peça teatral, montada as pressas para enganar, mais uma vez, os consumidores. Peça essa, iniciada pela atitude irresponsável e suspeita das autoridades de saúde pública e judiciárias desse país, que como tartarugas grávidas, movem-se lentamente, na esperança de achar uma solução salvadora para a multinacional e escapar da atitude legal, obvia e moral que deveria ser tomada. Cassar o registro do produto, que esta ilegal e levar os responsáveis aos tribunais!!!
Peça essa, que tem a cumplicidade maciça da mídia maior, que se omite vergonhosamente, comprada(ou seria subornada?) por verbas publicitárias milionárias, mas que na situação atual, são verbas imorais, corruptoras e que desnudam aos consumidores conscientes, a facilidade com que se compram consciências quando o interesse é financeiro.
Isso, parodiando um famoso jornalista, é uma vergonha!!!
Ao anunciar a campanha, a Gerente de Comunicação da FEMSA, diz que a idéia surgiu no passado, quando a empresa levou seus funcionários ao zoológico, para conviver com outras famílias. Faz sentido! Nenhum outro lugar representaria melhor o que a Cocacola pensa dos consumidores brasileiros. Faz-nos de macacos enjaulados, obrigados a comer aquilo que nos jogam na cara, sem direito a escolha e como já disse, com a cumplicidade de autoridades e jornalistas comprometidos com o veneno que produz.
Pobre país, que não nos dá o direito de saber o que nossos filhos consomem. Que se subjuga a interesses escusos, quando o que esta em jogo é a saúde da nossa família, o nosso direito de escolha com conhecimento de causa, a nossa dignidade!
Para culminar, a hipocrisia da comemoração, que tem o aval da Prefeitura de São Paulo, traz na sua campanha frases de efeito próprias de políticos demagogos...
“toda a família tem direito a gato, cachorro e até tartaruga”...
“toda a família tem direito a emendar feriados”...
A única frase que não tem, e que talvez fosse a única necessária é:

TODA A FAMÍLIA TEM DIREITO A SABER O QUE CONSOME!!!

terça-feira, novembro 22, 2005

CALOU POR QUÊ?

O caso da Coca-Cola, que no laudo expedido pelo Instituto Nacional de Criminalística foi acusada de utilizar derivados da folha de coca na composição do refrigerante mais consumido no planeta, certamente causa estranheza, mesmo que a empresa negue a acusação, o que é absolutamente normal. Até porque, ninguém seria louco de admitir a virulência de tão d’oura cornucópia. Como o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, tem se dedicado ao serviço sujo de defender o enlameado PT das acusações de corrupção, utilizando para tal o expediente de sentar sobre processos, documentos e convocações, o imbróglio da Coca-Cola não mereceu nenhum comentário do titular da pasta da Justiça, que, por sinal, está totalmente abandonada. E se dentro de alguns dias Thomaz Bastos não se pronunciar sobre o assunto, é porque algo de muito estranho existe nos bastidores da Justiça.

Fonte: UCHO

Imprensa Brasileira...UMA VERGONHA!!!

REFRIGERANTES E CONSCIÊNCIAS

Por Marcelo Salles

Uma das vantagens de trabalhar com mídia alternativa é que nela não estamos sujeitos aos caprichos do tempo. Ou melhor, não estamos sujeitos aos caprichos da velocidade elevada à enésima potência - em outras palavras, não estamos submetidos ao constante exercício da imaginação sobre o que tem ou o que não tem o jornal concorrente. Até porque não enxergamos nossos colegas alternativos (nem os outros) como concorrentes, e sim como cooperadores do objetivo primeiro que rege (ou deveria reger) a Comunicação Social: informar com qualidade, sem interesses outros que não o receptor da mensagem.
No início deste novembro acinzentado chegou à minha caixa de mensagens um laudo do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal, que atesta o seguinte: "O refrigerante Coca-Cola utiliza folhas de coca em sua fabricação". O documento é de 22 de setembro de 2005 e está assinado pelos peritos criminais Octavio Brandão Caldas Netto, Felipe Gonçalves Murga e Adriano Otávio Maldaner.
A Polícia Federal atendeu a uma solicitação feita pela Câmara dos Deputados em 9 de novembro de 2004, pedindo esclarecimentos sobre o "extrato vegetal" importado pela Recofarma/Coca-Cola. Alegando sigilo industrial, a empresa nunca havia permitido, até então, que as autoridades brasileiras tivessem acesso aos ingredientes do refrigerante, que vende, segundo a própria Coca-Cola, cerca de 8 litros por segundo em todo o mundo.
Entre as oito questões apresentadas aos peritos, temos: "O 'Extrato vegetal' importado pela empresa Recofarma/Coca-Cola Indústria Ltda, ou representantes da empresa norte-americana Stepan Chenical Company, é derivado da folha de coca?" A resposta, depois de quase um ano, veio assim: "Sim, segundo os dados publicados na literatura científica (e.g Robert L. Dupont, Jr., M.D. - Drogas: uma luta sem trégua), em monografias sobre cocaína (e.g José Renan Rocha Ribeiro - Cocaína da origem à distribuição) e na apostila de Leopoldo OREPESA (material reservado) de cursos ministrados pela Drug Enforcement Administration (DEA/E.U.A), as folhas de coca provenientes do vegetal cientificamente denominado Erytroxylum novagranatense, variedade truxillensi, cultivada no Peru, são utilizadas como matéria-prima na fabricação do extrato vegetal a partir do qual é fabricado o refrigerante coca-cola.
Não pensem os caros leitores que este material é exclusividade do Fazendo Media ou de outros veículos alternativos, como o jornal Brasil de Fato, que publicou matéria sobre o tema na edição da semana passada. Nada menos que cinco mil e quinhentos jornalistas de todo o país receberam essa informação, mas não a publicaram. Ou não puderam publicar.
A situação é constrangedora: tem-se a maior empresa de refrigerantes do mundo e descobre-se que seu produto contém folhas de coca. Para piorar a situação, esse ingrediente é proibido pela lei brasileira. Numa extensão do raciocínio, temos que o consumidor brasileiro está sendo terrivelmente enganado pela empresa há décadas, e ingerindo um produto que provavelmente danifica seu organismo. Para ser minimamente justa com a gravidade dos fatos, uma mídia efetivamente comprometida com o interesse público deveria anunciar em manchetes durante pelo menos uma semana seguida este escândalo.
Seria casual o aumento significativo dos anúncios da Coca-Cola em jornais e revistas (não comento sobre a televisão porque tenho visto cada vez menos) nos últimos dois meses? Sabemos que não. Mas nem por isso deixa de ser sempre triste constatar que anúncios publicitários se transformaram em moeda de troca, vendendo e comprando um pouco de tudo, de refrigerantes a consciências.

Fonte: Fazendo Média



quinta-feira, novembro 17, 2005

Só noticiam o que vem de fora.....rsrsr Sobre o "laudo", silêncio absoluto!

Cidade italiana boicota Coca-Cola por abuso contra trabalhadores
Quinta, 17 de Novembro de 2005


A câmara dos vereadores da cidade italiana de Turim baniu refrigerantes e sucos fabricados pela Coca-Cola dos escritórios e repartições públicas do município. A decisão foi tomada por causa de acusações de exploração de trabalhadores pela empresa nas fábricas da empresa na América Latina.
Turim receberá em fevereiro as Olimpíadas de Inverno, evento patricinado pela Coca-Cola. A decisão da câmara é vista como provocação por executivos da multinacional na Itália, já que o debate sobre o tratamento dos empregados da empresa na América Latina já teria sido "encerrado".
Os vereadores decretaram o boicote uma semana após o anúncio feito por uma associação de moradores de Roma, que pretende bloquear as ruas durante a passagem da tocha olímpica pela cidade.
O prefeito de Roma, Walter Veltroni, se reuniu com um dos representantes da Coca-Cola no país, Nicola Raffa, para tentar resolver o impasse. Segundo ele, a rota do revezamento não vai mudar.
"Não temos nada a esconder, operamos na maior transparência possível", afirmou Raffa, em resposta às críticas feitas contra as condições de trabalho na América Latina. O executivo prometeu levar líderes das associações de Roma e Turim para uma visita à fábrica da Coca-Cola na Colômbia no início de 2006.
Raffa deve se encontrar também com o prefeito de Turim, Sergio Chiamparino, na próxima segunda-feira. A idéia é mostrar a importância da Coca-Cola como principal patrocinadora das Olimpíadas de 2006

Fonte: INVERTIA com A.Press

sábado, novembro 12, 2005

AHAHAH!!! Então o Marco Simões, sabia???

Coca e Dolly comemoram laudo da Polícia Federal

Em uma situação inusitada, Coca-Cola e Dolly - que travam uma batalha judicial há dois anos - comemoraram laudo do Instituto de Criminalística divulgado na semana passada. Para a Coca, o laudo indica que não foram encontradas cocaína ou outras substâncias entorpecentes no extrato vegetal utilizado para preparar o refrigerante coca-cola. Para a Dolly, o documento é claro: folhas de coca são usadas no preparo do extrato, o que é proibido pela lei brasileira.

O Valor teve acesso ao laudo. Os peritos, ao responderem se o extrato é derivado de folha de coca, informam que sim, citando um material reservado da Drug Enforcement Administration (DEA), dos EUA. Paralelamente, porém, afirmam que análises de amostras não revelaram cocaína ou outras substâncias psicotrópicas. "Já esperávamos esse resultado. A coca é vendida em mais de 200 países", diz Marco Simões, diretor da Coca.Laerte Codonho, da Dolly, diz que, com base no laudo, pedirá providências às autoridades brasileiras. Informa ainda que outras substâncias detectadas no exame não puderam ser identificadas.

Fonte: Valor Economico

A bola de neve vai aumentando.....

COMERCIALIZAÇÃO SUSPENSA O diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária (Inbravisa), Rui de Andrade Dammenhain, diz que, uma vez comprovada a transgressão da lei, o poder de ação é do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. “O produto, em tese, teria que ter sua comercialização suspensa. É muito difícil esse laudo ser contestado, porque eles (os peritos do INC) são muito criteriosos, e o resultado dele é oficial”, diz, reforçando que a lei brasileira é bem clara em relação ao assunto. Para ele, o fato de o laudo não ter apontado a presença de alcalóides entorpecentes vai causar uma briga jurídica grande pois, apesar da lei proibir a utilização de folha de coca, pode-se alegar que não foram identificadas substâncias que fazem mal à saúde do consumidor: “Agora, é preciso ver quais são essas outras substâncias utilizadas, porque elas podem eventualmente somatizar o efeito no organismo humano. É preciso fazer outros exames, com outros reagentes, para tentar identificar”. Procurado pelo Brasil de Fato, o Ministério da Agricultura preferiu não se manifestar, por não ter sido informado formalmente sobre o assunto.Desde março deste ano, tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) mandado de segurança impetrado pela Dolly contra o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, solicitando providências imediatas com relação à cassação do registro da Coca-Cola. Por meio de representação feita pela empresa brasileira, o laudo do INC passou a fazer parte do processo.

Fonte: Brasil de Fato/ Igor Ojeda

sexta-feira, novembro 11, 2005

E AGORA??? Vale a lei, ou não???

Outdoors mostram conclusão da Polícia Federal: Coca Cola contém folhas de coca Outdoors assinados pela Dolly estão nas ruas e informam que documento oficial da Polícia Federal afirma que Extrato Vegetal, principal ingrediente da Coca-Cola, é de folhas de coca, o que é proibido

Aviso de Pauta – A Coca-Cola tem tentado abafar o assunto de todas as formas, inclusive mais uma vez utilizando forte pressão econômica. Mas centenas de outdoors assinados pela Dolly Refrigerantes espalhados em São Paulo e Rio de Janeiro informam o público e reforçam a guerra que é mantida com a multinacional americana há mais de dois anos. Os cartazes servem para alertar a população e chamar a atenção para o absurdo e total silêncio das autoridades sobre um problema de extrema gravidade e de Saúde Pública. Conforme denúncia que a empresa faz há tempos, agora saiu a análise oficial do Instituto de Criminalística da Polícia Federal. E a informação não deixa margem a dúvidas: O refrigerante Coca-Cola contém derivados de folhas de coca, planta base de seu Extrato Vegetal, o componente mais importante de sua formulação, jamais analisada antes no país.

Quase um ano depois de solicitado pela Câmara Federal, o INC fez um primeiro exame no Extrato Vegetal ou Mercadoria número 5. E admite formalmente que a multinacional utiliza, sim, folhas de coca, o que é terminantemente proibido pela legislação brasileira. E o que é ainda mais grave: o exame constatou ainda a existência de outras substâncias não identificadas no material.

O laudo de número 2470/2005, foi assinado por três peritos – Octávio Brandão Caldas Netto, Felipe Gonçalves Murga e Adriano Otávio Maldaner. Os exames feitos pelo INC demonstraram a “existência de outros picos que correspondem a outras substâncias que foram eluídas e detectadas nos exames realizados por cromatografia em fase gasosa/espectrometria de massas”(...). O objetivo era pesquisar a existência de derivados de folhas de coca, que produzem outras substâncias, advindas da composição química, e também passíveis, como a própria cocaína, de criar dependência física e psíquica. Qualquer uma dessas substâncias é terminantemente proibida por lei no Brasil ((DL 891, de 25/11/1938, itens 13 e 14).

Esta foi exatamente a resposta dos peritos do Instituto Nacional de Criminalística (Fac-símile à disposição da imprensa - Respostas às questões do Ofício 1SECM/RI Nº.3022/2004 – Câmara dos Deputados, Primeira Secretaria, datado de 08/11/2004 e protocolado sob o número 08059.075047/2005-86, e quesitos formulados no RIC 1866/2004 – Prot. 08001.008963/2004-95) :
Pergunta: O “Extrato Vegetal” importado pela empresa Recofarma/Coca-Cola Indústria Ltda. ou representantes da empresa norte-americana Stepan Chenical Company, é derivado da folha de coca?
RESPOSTA: Sim, segundo os dados publicados na literatura científica (e.g Robert L.Dupont, Jr., M.D. – Drogas: uma luta sem trégua), em monografias sobre cocaína (e.g José Renan Rocha Ribeiro – Cocaína da origem à distribuição) e na apostila de Leopoldo OREPESA (material reservado) de cursos ministrados pela Drug Enforcement Administration (DEA/E.U.A), as folhas de coca provenientes do vegetal cientificamente denominado Erytroxylum novagranatense, variedade truxillensi, cultivada no Peru, são utilizadas como matéria-prima na fabricação do extrato vegetal a partir do qual é fabricado o refrigerante Coca-Cola.

AUTORIDADES NÃO ESTÃO CUMPRINDO LEI

Segundo a legislação de entorpecentes em vigor (DL 891, de 25/11/1938, itens 13 e 14), o uso de folhas de coca e suas preparações é terminantemente proibido no país, assim como a utilização de cocaína, seus sais e preparações. A lei faz distinção clara e cita todas as formas proibidas, tanto quanto ao uso, cultivo, transporte e comercialização. O item 13 abrange a folha de coca e suas preparações; o item 14 veta a utilização de cocaína, seus sais e preparações. As substâncias não identificadas no exame, portanto, comprovam que a lei está correta: derivados de entorpecentes não conseguem ser identificados em exames, como é este caso. Ressalta-se, assim, que a proibição se estende a qualquer parte da folha de coca.
Até hoje a Coca-Cola tentava que todos se dessem por satisfeitos com um exame feito em 2000, diretamente no produto final, e onde a presença das folhas de coca seria indetectável.

STJ – Impetrado pela Dolly, desde março deste ano tramita no Superior Tribunal de Justiça, STJ, o Mandado de Segurança MS-10.530, e que está nas mãos do desembargador Peçanha Martins. O mandado é contra o Ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. Solicita providências para a cassação do registro da Coca-Cola.Conseguir comprovar a existência de folhas de coca e outras substâncias não identificadas é apenas mais uma denúncia, entre tantas, sobre as atividades da Coca-Cola. Como “Davi contra Golias”, a Dolly, vítima de concorrência desleal, abuso do poder econômico e práticas criminosas, tem tido uma batalha pública com a Coca-Cola há mais de dois anos.

Fonte:Marli Gonçalves – MTB 12.037 Tel. 11. 9945-5668marligoimprensa@yahoo.com.br

terça-feira, novembro 08, 2005

A COCA TEM COCA....Agora é oficial...

O Instituto Nacional de Criminalística comprovou que a Coca-Cola tem, em sua composição, derivados da folha de coca, o que contraria a legislação brasileira. O editor, um dos primeiros a denunciar o caso, não apenas sofreu pressões das mais bizarras e vergonhosas, como foi rotulado de louco por enfrentar tão poderosa organização. O requerimento para que o extrato vegetal que dá origem ao refrigerante mais vendido no mundo fosse analisado foi apresentado pelo deputado Renato Cozzolino (PMDB-RJ), que corajosamente enfrentou o então presidente da Câmara, João Paulo Cunha, que durante meses postergou a aprovação do pedido do parlamentar fluminense. À época, João Paulo Cunha (PT-SP) mantinha em seu gabinete, na qualidade de assessor de imprensa, Luiz Costa Pinto, o Lulinha, simultaneamente contratado pela Coca-Cola para impedir que ações políticas contra a gigante dos refrigerantes prosperassem dentro do Congresso Nacional. E mais: Luiz Costa Pinto aparece na lista de pagamentos de Marcos Valério, sendo que um das agências do publicitário (sic) mineiro trabalhou na campanha para a reeleição de João Paulo ao cargo.

Nocivos como a CocaAinda a Coca-Cola... O laudo do Instituto Nacional de Criminalística comprova de maneira clara a existência de ingredientes proibidos pela Lei de Entorpecentes na composição da Coca-Cola, o que explica a notada dependência daqueles que consomem o refrigerante. Porém, o mais importante é que o referido documento serve para calar a horda de pessoas que, acostumadas a fazer do Congresso Nacional um imundo balcão de negócios, acusaram este colunista de ter recebido dinheiro para atacar a Coca-Cola gratuitamente, em um caso que, segundo os próprios acusadores, não daria em nada. E que aqueles que me acusaram, tentando inclusive convencer-me a mudar de lado, ponham a mão na consciência e admitam que erraram. Até porque, defender os interesses do Brasil e dos brasileiros deveria ser uma obrigação de todos os cidadãos aqui nascidos, mesmo que uma minoria espúria insista em fazer da política um grande negócio. E se partir de agora a Coca-Cola é uma “droga” documentada, nesse caso vai servir para lavar a alma.


Fonte: UCHO

segunda-feira, novembro 07, 2005

COMPROVADO!!!!!

REVELAÇAO:COCA-COLA CONTÉM FOLHAS DE COCA, CONCLUI CRIMINALÍSTICA. Quase um ano depois de solicitado, Instituto Nacional de Criminalística faz exame do Extrato Vegetal ou Mercadoria número 5, o mais importante ingrediente do refrigerante Coca-Cola.
E o INC admite que multinacional utiliza, sim, folhas de coca, o que é terminantemente proibido pela legislação brasileira. O exame constatou ainda a existência de outras substâncias não identificadas no material. Multinacional continua tentando confundir e escamotear o assunto, preferindo o jogo de palavras
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São Paulo, novembro de 2005 – O “Sim” é categórico.

O refrigerante Coca-Cola contém derivados de folhas de coca, planta base de seu Extrato Vegetal, o componente mais importante de sua formulação. O que os consumidores de todo o mundo apenas suspeitavam e temiam acaba de ser desvendado e confirmado pelo Instituto Nacional de Criminalística, INC, órgão ligado ao Departamento da Polícia Federal, do Ministério da Justiça. O laudo de número 2470/2005, assinado por três peritos – Octávio Brandão Caldas Netto, Felipe Gonçalves Murga e Adriano Otávio Maldaner – ainda será acrescido de novas análises – também foram constatadas substâncias não-identificadas - que trarão revelações ainda mais graves. Enquanto isso, a multinacional Coca-Cola continua tentando mascarar o assunto, o que vem sendo acompanhado com apreensão pelas autoridades competentes. Um laudo “britânico” vem sendo citado como “contraprova”, mas sua simples leitura o torna absolutamente manipulado e inútil.
Substâncias não-identificadas - O que é claro é que os exames feitos pelo INC demonstraram, ainda, segundo afirma o laudo, a “existência de outros picos que correspondem a outras substâncias que foram eluídas e detectadas nos exames realizados por cromatografia em fase gasosa/espectrometria de massas”(...). Mas é muito importante que seja esclarecido ao público que o que se procurava não era cocaína; e, sim, derivados de folhas de coca, que produzem outras substâncias, advindas da composição química, e também passíveis de criar dependência física e psíquica.A resposta do Instituto Nacional de Criminalística (Fac-símile à disposição da imprensa - Respostas às questões do Ofício 1SECM/RI Nº.3022/2004 – Câmara dos Deputados, Primeira Secretaria, datado de 08/11/2004 e protocolado sob o número 08059.075047/2005-86, e quesitos formulados no RIC 1866/2004 – Prot. 08001.008963/2004-95) foi a seguinte:

a) Pergunta: O “Extrato Vegetal” importado pela empresa Recofarma/Coca-Cola Indústria Ltda. ou representantes da empresa norte-americana Stepan Chenical Company, é derivado da folha de coca? §
RESPOSTA: Sim, segundo os dados publicados na literatura científica (e.g Robert L.Dupont, Jr., M.D. – Drogas: uma luta sem trégua), em monografias sobre cocaína (e.g José Renan Rocha Ribeiro – Cocaína da origem à distribuição) e na apostila de Leopoldo OREPESA (material reservado) de cursos ministrados pela Drug Enforcement Administration (DEA/E.U.A), as folhas de coca provenientes do vegetal cientificamente denominado Erytroxylum novagranatense, variedade truxillensi, cultivada no Peru, são utilizadas como matéria-prima na fabricação do extrato vegetal a partir do qual é fabricado o refrigerante Coca-Cola.

É PROIBIDO USAR FOLHAS DE COCA E SUAS PREPARAÇÕES, ORDENA LEI.
Segundo a legislação de entorpecentes em vigor (DL 891, de 25/11/1938, itens 13 e 14), o uso de folhas de coca e suas preparações é terminantemente proibido no país, assim como a utilização de cocaína, seus sais e preparações. A lei faz distinção clara e cita todas as formas proibidas, tanto quanto ao uso, cultivo, transporte e comercialização. O item 13 abrange a folha de coca e suas preparações; o item 14 veta a utilização de cocaína, seus sais e preparações. As substâncias não identificadas no exame, portanto, comprovam que a lei está correta: derivados de entorpecentes não conseguem ser identificados em exames, como é este caso. Ressalta-se, assim, que a proibição se estende a qualquer parte da folha de coca.

“Não adianta mascarar a verdade. As autoridades constituídas têm o dever de tomar uma providência imediata, proibindo a comercialização do produto”, protesta Laerte Codonho, dono da Dolly, quem levantou o assunto. “Como pode um alimento, consumido inclusive por crianças, trazer folhas de coca e outras substâncias não-identificadas?”

MENTIRAS DESCOBERTAS-
Até agora, a Coca-Cola em seus mais de 64 anos de existência no país, jamais teve seu Extrato Vegetal analisado, e vinha utilizando todas as formas de pressão e poder econômico para que esses fatos não fossem revelados. No Congresso Nacional, em audiência pública em novembro do ano passado, o presidente da Coca-Cola do Brasil, Brian Smith, e seu diretor químico, José Mauro de Moraes, mentiram e chegaram a fazer escárnio com o assunto, respondendo ironicamente que o extrato vegetal era “de um vegetal”, e negando que o produto utilizasse folhas de coca. Tentavam, nervosamente, como agem sempre que se toca nesse assunto, que os deputados se dessem por satisfeitos com um exame feito em 2000, diretamente do produto final, e onde a presença das folhas de coca seria indetectável. STJ – Impetrado pela Dolly, desde março deste ano tramita no Superior Tribunal de Justiça, STJ, o Mandado de Segurança MS-10.530, e que está nas mãos do desembargador Peçanha Martins. O mandado é contra o Ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. Já solicitava providências imediatas para a cassação do registro da Coca-Cola, justamente com base nesse assunto, e que agora se agrava ainda mais com a divulgação do laudo oficial, vindo do mais importante órgão brasileiro, e ao qual coube a afirmação sobre o uso de folhas de coca e substâncias não-identificadas na fabricação do refrigerante mais vendido do país.

QUEM CONHECE ALGUÉM VICIADO EM GUARANÁ?”, QUESTIONA DEPUTADO AUTOR DO REQUERIMENTO

Para responder a todas as questões formuladas pelo requerimento do deputado federal Renato Cozzolino, aprovado pelo Congresso Nacional o ano passado, e que requeria o exame do Extrato Vegetal, os peritos avaliaram a necessidade de novos exames. “O atendimento a este quesito será feito posteriormente por meio de laudo complementar, o qual poderá englobar outros dados provenientes das análises adicionais que serão ainda realizadas, caso sejam úteis para o esclarecimento do caso e observando-se as considerações contidas na formulação do quesito”g”, respondem.Para Cozzolino, que vem sofrendo toda sorte de pressão desde que se interessou pelo assunto, o laudo do INC já é uma grande vitória, mas mesmo assim esse laudo será questionado, porque a coleta do material em Manaus foi feita sem sua presença e de outros deputados, como previa o requerimento, entre outros problemas. “Os representantes da Coca-Cola em Manaus chamaram os policiais no momento que quiseram, e separaram o material antes dos peritos, obrigando-os a pegar uma amostra específica do extrato vegetal. Fora isso, o requerimento era bem claro quanto à necessidade de um representante dos deputados no instante da coleta”, contesta. Cozzolino agora espera ansioso uma nova coleta e laudo complementar, e que os exames do Extrato Vegetal da Coca-Cola sejam feitos nos equipamentos mais modernos e apropriados que foram adquiridos pela Polícia Federal.“O que é mais importante é que os três peritos já confirmaram a utilização de folhas de coca, e ainda, pior, acabaram achando outras substâncias não identificadas. Isso é muito sério.Todo mundo já desconfiava, mas agora está comprovado. Por isso que ninguém aparece, por exemplo, viciado em Guaraná. E o refrigerante chama Coca-Cola por quê? Não é porque tem alface! O consumidor precisa estar mais atento ao que dá aos seus filhos”, comenta, esclarecendo que irá até o fim nessa investigação. “Isso não é um problema nacional só. Mas de todo o mundo. Porque é daqui de Manaus que sai o concentrado consumido na maior parte dos outros países. Não adianta nada o Departamento Americano de Drogas, DEA, ficar fazendo discurso, quando a sua principal empresa americana é a maior compradora da produção de coca no mundo"

DOLLY DENUNCIA CONCORRÊNCIA DESLEAL HÁ MAIS DE DOIS ANOS
Para desespero da multinacional, o assunto sobre a existência de folhas de coca entre os ingredientes da Coca-Cola, foi trazido à tona novamente por uma empresa concorrente, e que conhece muito bem os processos de produção. Desde 2003 a fábrica nacional de refrigerantes Dolly acusa a Coca-Cola, em todas as instâncias administrativas e legais, de concorrência desleal, abuso do poder econômico e práticas criminosas, comprovando ações da multinacional para tirá-la do mercado. Conseguir comprovar a existência de folhas de coca e outras substâncias não identificadas é apenas mais uma denúncia, entre tantas, sobre as atividades da Coca-Cola. Como “Davi contra Golias”, a Dolly tem tido uma verdadeira queda-de-braço com a Coca-Cola que, por sua vez, usa todo o seu poderio para evitar que informações fundamentais como estas – inclusive de Saúde do consumidor - venham a público. Chegou até a contratar a empresa de investigação Kroll para monitorar os passos do dono da marca, Laerte Codonho, fato descoberto por acaso durante uma operação da Polícia Federal contra Daniel Dantas, do Banco Opportunity.

FONTE:Marli Gonçalves – Tel. 11. 9945-5668marligoimprensa@yahoo.com.br

quinta-feira, novembro 03, 2005

Mas e a folha de coca......continua?

Coca-Cola light fica menos "doce" e troca de lata

A versão light da Coca-Cola vai mudar no Brasil. A fabricante de refrigerantes inicia hoje a campanha de divulgação do produto, que ganhou fórmula e embalagem novos.
Novo sabor é devido à mudança do adoçante, que passa a ser uma mistura de aspartame e acessulfame de potássio. Segundo a Coca-Cola, o novo produto tem um adoçamento mais "suave" que o anterior.
Na campanha de divulgação do produto, a Coca-Cola escolheu o tema "A Vida é Você Quem Faz".
A propaganda é centrada nos conceitos atitude e aplauso, que, de acordo com a diretora de marketing da Coca-Cola Brasil, Mônica Horcades, é o símbolo do novo produto. "É um sinal de reconhecimento para quem quebra a rotina", diz.

Ela só não explicou se o alcaloide derivado da Folha de Coca utilizado no Extrato Vegetal do produto, ilegal no Brasil, vai ser suprimido...

Fonte: INVERTIA