terça-feira, junho 28, 2005

Para pensarmos....

Ambev-Globalização 2 X 0 SCHINCARIOL-brasil

Por Vera Lúcia Vassouras 20/06/2005

ENQUANTO A ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA BRASILEIRA, LEVAVA AO CÁRCERE DEZENAS DE PESSOAS SEM DIREITO À DEFESA, O CONSELHO DE DEFESA ECONÔMICA APROVAVA MAIS UMA FUSÃO DA AMBEV COM A INTERBREW, APESAS DAS DENÚNCIAS DA SCHINCARIOL. GLOBALIZAÇÃO,SIM. DEFESA DA ECONOMIA, NÃO!
AMBEV/GLOBALIZAÇÃO 2 X 0 BRASIL/SKINCARIOL OU O CONTROLE DOS SÓLIDOS, LÍQUIDOS E GASOSOS

Desviar dinheiro do contribuinte da saúde, da educação e da habitação, É PERMITIDO. Isenções de Impostos às multinacionais, É PERMITIDO. Beber cerveja nacional, NÃO. Comprar políticos sempre foi PERMITIDO. COCAÍNA em refrigerantes, TAMBÉM e a Coca-Cola continua vendendo seus produtos. CONTAMINAÇÃO DA ÁGUA, PERMITE-SE. Sonegar impostos, SÓ LATIFUNDIÁRIOS, BANCOS E MULTINACIONAIS. AMBEV/GLOBALIZAÇÃO E CONTROLE DOS LÍQUIDOS Quando o Sr. Skincariol, brasileiro, decidiu enfrentar a AMBEV/Global, já sabia que a qualquer momento a corporação internacional-das-cervejas-contaminadas estaria em seu ençalço. Governos-gerentes, juízes-cortesãos-vitalícios-impunes-imunes e polícia-cumpre-ordens-venham-de-onde-vier, prepararam o destruição da única indústria de cerveja brasileira. Afinal, o controle mental número 1 do mundo demo-crático civilizado e sua bebida contaminada não pode admitir que 13% de brasileiros fiquem fora de suas estatísticas. Impossível. Para isso controlam a água e decidem, com o beneplácito dos Ministros lacaios da Saúde e do Meio Ambiente o que os brasileiros devem beber. A propaganda que a todos controla e que ninguém controla, faz o resto, com isenção de impostos, por se tratar do direito à liberdade de expressão (deles). Em cada cerveja contaminada pelas multinacionais, está incluído os gastos com propaganda. O consumidor, vítima, paga. Os mensalões das multinacionais sempre funcionaram, seja no Executivo, no Legislativo e, em especial, no Judiciário. O juiz, que sequer conhece a composição química da cerveja que ele próprio deve tomar, com uma CANETADA, cuja mão é conduzida por um alienígena, num golpe só, desestrutura uma empresa nacional, levando à prisão centenas de famílias, produzindo dor e desespero naqueles que dependem do trabalho. A máfia da advocacia esfrega as mãos, enquanto os brasileiros permenecem paralisados por uma festa no Congresso Nacional, com o objetivo de desviar a atenção., No jogo, cujo prêmio é a domínio dos LÍQUIDOS: Skincariol zero, multinacionais 2. Primeiro entregaram todas as empresas brasileiras à Ambev, agora, tentam destruir a única concorrente da Multinacional. Alguém lembrará de fazer uma análise na água usada nas cervejarias? Certamente não. A Coca-Cola continua injetando cocaína em seus refrigerantes. Silêncio dos lacaios do poder. Controle da população. O proprietário da Dolly que sabe muito mais do que pode denunciar, que se cuide. uma vírgula fora do lugar, cadeia. Comprar o Congresso Nacional para privatizar o patrimônio da Nação, PODE. Os criminosos continuam soltos e dando opiniões sobre a administração. Cínicos. MONSANTO, TRANGÊNICOS E OS SÓLIDOS Na segunda conferência sobre a diversidade biológica (Canadá de 30 de maio a 3 de junho deste ano), o Brasil decidiu liberar os alimentos trangênicos, definitivamente. Portanto, continuaremos a nos alimentar com a química que transmite cânceres, impotências físicas e mentais, além de beneficiar os associados do Ministro representante da Monsanto e sua assessora Marina Silva, no (des) governo brasileiro. Fica decidido assim: o brasileiro não pode plantar seus produtos, pois a Monsanto, proprietária de todas as sementes, decide o que se deve plantar e quais os tipos de doenças serão transmitidas com seus agro-tóxicos. Portanto, a soja, o ouro dos AGRO-NEGOCIANTES da morte, continua seu processo de desertificação da América Latina. Carro-forte da exportação, a alma da propaganda globalizante. Com a decisão, continuaremos a desconhecer a composição dos sólidos que ingerimos, biscoitos, verduras, legumes, farináceos, grãos. A única solução será ler nas embalagens a origem dos produtos, se estiver escrito INDÚSTRIA BRASILEIRA, compramos, se estiver escrito INDÚSTRIA DO BRASIL, rejeitamos. DO CONTROLE DOS POVOS POR MEIO DOS LÍQUIDOS E DOS SÓLIDOS Resolvida a problemática da dominação. Privatizaram-se os meios de comunicação. Agora só faltam os Correios. Propaganda e CPI, é assim que começa. Enquanto isso... todas as fontes de água estão praticamente privatizadas, portanto, exaurindo-se. Ao invés de oferecer a exploração aos brasileiros, Nestlé e Coca-Cola compram todos os administradores públicos, de todos os podreres, e nenhuma CPI, nenhuma canetada. Silêncio. AS TRÊS MÁFIAS: BRANCA, PRETA E VERMELHA No interior de São Paulo, as pessoas têm como tradição explicar as desgraças do Brasil (e do sistema demo-crático), afirmando que somos comandados por três máfias: A Máfia Branca: composta por cientistas, químicos, indústria farmacêutica e médicos (de todas as áreas, Ministros da Saúde, psicólogos e psiquiatras). Criam as doenças e inventam os remédios para curá-las. A Máfia vermelha: composta por governantes e dirigentes, bancos e multinacionais, corporações e construtoras de infra-estruturas, exércitos. Fazem guerras entre países, nacionalidades, religiões, cidades, vilas, famílias, crianças. Primeiro, a guerra biológica da máfia branca com todos os seus matizes de contaminação. Televisão, irradiação, câncer. Alimentos, bebidas, imbecilização. Imprensa: neuroses, psicoses, violência, desajustes sexuais (pedofilias, prostituição, homossexualismo). Clima perfeito, guerra de todos contra todos. Todos doentes, todos controláveis. Vacinas. Viagras. Cerveja. Nestlé. Monsanto. Coca e cola. A Máfia preta: composta pelos sistemas Judi(ci)ários de todos os países demo-cráticos, protegidos por sua vitaliciedade-imunidade, fazem o serviço sujo: para os amigos, o silêncio, para os inimigos (o povo) a lei. Os soldados estão sempre prontos a arrombar as portas dos inimigos e a dar proteção aos amigos, basta uma canetada e pronto. Iraque, Haiti, Amazônia, água, meio-ambiente. Está tudo dominado. Meia-dúzia de cortesãos sobre a alma de milhões de mortos-vivos. Doentes. Física e mentalmente. O BRASIL ESPERANDO QUE CADA UM CUMPRA O SEU DEVER! 13% de brasileiros, descontaminando-se, ao consumir cervejas e refrigerantes fora do controle das máfias, jamais! Cumpra-se a lei. Acentue-se a barbárie. Usem o quarto poder, a imprensa! A propaganda é a alma dos negócios! E não se atrevam a emitir juízos de valor, ou seja (tem que explicar), raciocinar sobre os motivos pelos quais uma empresa brasileira é jogada no lixo com uma canetada. Em um país civilizado, cada juiz que entrasse em confronto com os chamados princípios do Estado Brasileiro, seria levado imediatamente ao cárcere. Não sem antes ser torturado, obrigando-o a escrever 7 mil vezes sete vezes: ?todo o poder emana do povo e em seu nome é exercido?, além de ser obrigado a trabalhar em um ONG de reciclagem de lixo, como escravo, e sentir na própria pele os efeitos da exclusão social. Será que ninguém pensa nas conseqüências de seus atos? Não. Enquanto seus bolsos estiverem cheios do dinheiro roubado dos povos, protegidos pela farsa dos circos eleitorais, máfias, confrarias, seitas e quadrilhas protegidas por legislações contrárias aos interesses nacionais, continuarão sua saga de destruição. Fica combinado assim: encontramos um político-ator-profissional, a imprensa re-inventa uma novela, enquanto mantemos o controle mental de nossa colônia com nossos ALIMENTOS ENVENENADOS! Nós que não consumimos nada que tenha o número 1, que desconfiamos de tudo que insira o nº 11. Estamos atentos!! Nos tribunais, um empresário brasileiro estará em frente da maior propaganda de tortura do planeta, um crucifixo, com a figura de um homem coberto por chagas e violações, a Guantánamo histórica. Os juízes estarão de costas para o crucifixo, a religião do Estado. Imaginam fortalecer nosso medo. Estamos atentos!! Quando um dos tripés cair, o triângulo equilátero das máfias perderá seu olho. Os índios bolivianos estão logo ali, na fronteira de nossa humilhação. Que se vayan todos! Instituições prá quê, cara-pálida? JUDI(cia) ÁRIO DELENTA EST!!!

Fonte: www.midiaindependente.org

segunda-feira, junho 27, 2005

Estados Unidos Rejeitam Coca Da Índia

A agência reguladora de alimentação e remédios dos Estados Unidos (FDA) rejeitou carga de engradados de coca-cola e de fanta fabricadas na Índia. A alegação foi que os produtos não eram "seguros" e estavam fora dos padrões de qualidade exigidos pelas leis do país.

quinta-feira, junho 23, 2005

O " Flanelinha" que sabia demais....

Leiam a entrevista com Placídio José Mendes, feita por Igor Ojeda, reporter do Brasil de fato.
Funcionario estratégico da Cocacola, Placidio foi, durante anos o responsavel pela importação da pasta feita a base da folha de coca( a chamada mercadoria n.5, ou extrato vegetal) e sua entrada ilegal no País.
De maneira estarrecedora Placidio conta como facilitava a entrada da substância, proibida pela legislação brasileira, através de "maquiagem" das guias de importação, e de coação das autoridades.
Vale a pena ler!!!

O link é: http://www.brasildefato.com.br/ambiente/121ele%20era.php

Agua saqueada e sequestro da Justiça...

Enquanto a escassez de água está se transformando em um problema cada vez mais grave em todo o mundo, uma recente decisão de um alto tribunal de Justiça da Índia oferece uma inquietante perspectiva de como os direitos de uso da água podem acabar em contendas entre corporações multinacionais e governos locais. Em 2000 a Coca-Cola instalou uma planta em Plachimada, no Estado de Kerala. No período de um ano a água começou a diminuir e os poços estavam contaminados. A comunidade local organizou protestos que levaram o governo eleito, o Perumatthy Panchayat, a não renovar a permissão concedida à empresa.No dia 7 de abril de 2003, o Panchayat sentenciou: "Como a excessiva extração da água subterrânea pela Companhia Coca-Cola em Plachimada está causando uma aguda escassez de água potável em Prumatty Panchayat e em lugares próximos, decide-se, de acordo com o interesse público, não renovar a permissão à citada companhia". O assunto foi parar na Suprema Corte de Kerala. Duas questões estavam em jogo: a democracia e os direitos do Panchayat e da comunidade local, bem como a excessiva exploração da água subterrânea. Segundo o Panchayat, a proteção e preservação do recurso da água são de seu domínio exclusivo, e em uma sentença de dezembro de 2003, uma seção da Suprema Corte de Kerala presidida pelo juiz Nair determinou que a Coca-Cola não tem direitos irrestritos para extrair "uma quantidade excessiva de uma riqueza natural".A fábrica foi fechada. Entretanto, em abril, os juízes Ramachandran e Balachandran, da Alta Corte de Kerala, anularam a ordem de fechamento. Enquanto o juiz Nair havia sustentado a doutrina do monopólio público, seus colegas Ramachandran e Balachandran se pronunciaram a favor da predominância dos direitos de propriedade privada sobre a água e do direito irrestrito da Coca-Cola de extrair água. O juiz Nair havia escrito: "A doutrina do monopólio se baseia em primeiro lugar no princípio de que determinados serviços como o ar, a água e as florestas têm uma importância tão grande para as pessoas que seria completamente injustificado fazer deles um sujeito de propriedade privada".A sentença dos juízes Ramachandran e Balachandran trata de desconsiderar a Doutrina do Monopólio Público da sentença anterior da seguinte maneira: "O Panchayat não tem a propriedade dessa fonte de água privada, por isso não pode negar os direitos de propriedade ao ocupante e o princípio em que se baseia sua decisão é muito amplo para ser aceito incondicionalmente". Portanto, esse tribunal colocou os direitos da Coca-Cola sobre a água acima dos direitos da comunidade local. Em muitas partes da Índia os camponeses necessitam de autorização para instalar tubulações em poços.A regulamentação da extração da água é portanto uma prática estabelecida e, ao negar sua existência para outorgar direitos privados sem limites à Coca-Cola, os juízes Balachandran e Ramachandran estão indo contra a Constituição e o governo comunitário, contra a Doutrina do Monopólio Público e contra as leis de regulamentação da água subterrânea. A questão é se a regulamentação pública será democrática e a cargo das comunidades locais ou se será controlada por meio de uma burocracia estatal que pode ser corrompida e influenciada pelo poder das corporações multinacionais.A sentença de abril vai contra as leis da democracia e da hidrologia. Por isso o Panchayat apresentou uma apelação junto à Suprema Corte. Mas o verdadeiro julgamento desse caso virá do povo. (IPS/Envolverde, www.envolverde.com.br)

Vandana Shiva é escritora e militante internacional em campanhas pelos direitos da mulher e do meio ambiente

Fonte: Brasil de Fato www.brasildefato.com.br

sexta-feira, junho 17, 2005

O Que Há Por Trás Das Nomeações E Malas De Dinheiro Em Brasília

No ano passado, Marina Amaral da revista Caros Amigos publicou reportagem esclarecedora sobre o poder da Coca-Cola nos bastidores e palcos de Brasília. Vale a pena reler e constatar a relação dos fatos com o momento político que estamos vivendo no Brasil.

Lá Como Aqui

Nos Estados Unidos, lobistas da Coca-Cola ganham a "guerra" detonada por pais de alunos e grandes organizações de saúde contra a venda do refrigernte com o mesmo nome em instituições educacionais. Autoridades empresariais e governamentais alegam que as instuições não têm condições de sobreviver qualitativamente sem os incentivos oferecidos pela Coca , que, pela exclusividade nas vendas, oferece 1MD anuais para cada escola.

Leia mais sobre o assunto aqui e aqui

No Brasil, Governos saíram na frente com Programas de Alimentação Saudável nas escolas, antes de uma possível cartelização do setor. Mas, por outro lado, alguns outros setores da sociedade, liderados pela mídia, não obtêm sucesso quando se trata de expor à população a conduta irregular da companhia. A dependência dos recursos liberados por lobistas é muito grande

sábado, junho 11, 2005

Mentor De Ativistas Nos EU Inferniza Coca-Cola Mundo Afora

Amit Srivastva não tem carro e nem tem casa, mas é ativista social e dirige uma Organização sem fins lucrativos na Califórnia, a qual só tem um empregado - ele mesmo. No entanto, tem força para sacudir uma das maiores corporações do mundo: a Coca-Cola.

Em uma tournée por campi universitários, durante o mes de abril deste ano, fez declarações sobre os crimes da companhia pelo mundo, que conseguiram mobilizar instituições educacionais de todos os Estados Unidos para não renovarem seus contratos de fornecimento com a gigante dos refrigerantes, além de ter interferido como reforço no comportamento de consumo ético na União Européia e ter contribuído fortemente para o fechamento de três fábricas da Coca-Cola na Índia entre outros fatos.

Nos headquarters de Atlanta, sede da Coca-Cola, Srivatsva é reconhecido como mentor da maioria das Organizações Não Governamentais que exigem a modificação da conduta socialmente irresponsável da empresa. Sendo ele também a origem da perda pela companhia de milhões de dólares em suas vendas.

Analistas atribuem sua eficiência política à razão de Srivastava não aceitar mais o diálogo com representantes da Coca-Cola: -"A hora não é mais para se discutir o assunto, o tempo que sobrou temos que aproveitar com ações eficazes", ensina.

Leia mais sobre o fato aqui.

quinta-feira, junho 09, 2005

De Difícil Reversão

No ranking de 2003, ela havia caído para o sexto lugar; Já no de 2004, ela caiu mais quatro. Agora está em décimo.

2004 EMPRESA
VOTAÇÃO*
1
Natura
16,4%
2
Nestlé
10,7%
3
Petrobrás
6,7%
4
Votorantim
4,1%
5
Vale do Rio Doce
4,0%
6
Embraer
3,2%
6
Gerdau
3,2%
7
Microsoft
2,9%
7
Pão de Açúcar
2,9%
8
TAM
2,1%
8
Itaú
2,1%
9
AmBev
1,9%
10
Coca-Cola
1,5%
*porcentual das menções sobre o total das respostas
Clique aqui e confira as líderes nos 40 setores

A queda da Coca-Cola no ranking da Carta Capital só reforça a falta de vontade dos jovens, que antes brigavam por um lugar nos quadros da companhia, de tentar um estágio lá dentro. Eles comentam abertamente a falta de credibilidade da empresa no mercado em geral.

quarta-feira, junho 08, 2005

A Justiça Brasileira, Para Certos Casos, Não Tem Jeito?

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Coca-Cola Pare De Desidratar O Mundo

A Alta Corte da Índia ordena que conste dos rótulos da Coca-Cola e da Pepsi-Cola, aviso sobre o extremo grau de toxidade destes refrigerantes lá produzidos. Nos exames de sangue feitos em consumidores das referidas marcas, em Nova Delhi, foram constatados 13 tipos diferentes de pesticidas, em limites muito além daqueles permitidos pelos padrões internacionais, variando entre 15 a 605 vezes mais altos.

Aqui no Brasil, os consumidores ainda não conseguiram ter seus direitos respeitados quanto aos rótulos dos produtos Coca-Cola. O famoso EXTRATO VEGETAL continua sem especificação oficial. Quem pesquisa e se interessa pelo que ingere, sabe que a folha de coca é o componente citado ad nauseum nos documentos que tratam do xarope da coca-cola. Mas o Código de Defesa do Cosumidor não está sendo cumprido. O nome do extrato vegetal não aparece na embalagem do produto. Quem souber o porque do fato, por favor explique àqueles que escrevem para este blog perguntando. Obrigado.

terça-feira, junho 07, 2005

O povo esta esperando, Ministro....

O signatario da carta abaixo, enviada ao Ministro da Justiça, Marcio Tomaz Bastos, mantem uma ardua luta contra o que ele define como o cartel do oxigênio no Brasil, capitaneado pela White Martins. As denúncias completas são alarmantes e estarrecedoras e podem ser encontradas na integra no site que ele mantem, cujo endereço é www.assaltoaohce.com .
Nesta carta, o Sr. Joao Vinhosa cita as denúncias levadas ao ar no programa do PRP, pois coincidentemente envolvem o Ministro da Justiça, ex advogado da Coca-Cola e também, da White Martins.
Estamos transcrevendo apenas o trecho que se refere a Coca-Cola, tema deste blog, a complementação da carta enviada ao Ministro, assim como todas as denúncias referentes ao caso White Martins, voce poderá encontrar no site acima citado.
Itaperuna-RJ, 06 de junho de 2005.

Exmo. Sr. Ministro Márcio Thomaz Bastos
Ministro da Justiça


O fraudulento uso do nome de V.Exª. pela White Martins originou um caso que merece figurar no programa “Transparência Zero”. Apesar de toda a minha insistência e de minhas duras palavras, ninguém se dignou a esclarecer o comprometedor assunto: o uso do nome do Ministro da Justiça por uma empresa, objetivando minimizar as graves acusações que sobre ela pesam.

Por ser este um assunto que, inclusive, pode determinar minha prisão, volto à sua presença, Ministro Márcio Thomaz Bastos.

Acontece, porém, que, antes de entrar no assunto que me trouxe à sua presença, não posso me furtar de falar de outro fato sobre o qual o povo brasileiro exige transparência: as acusações contra V.Exª. veiculadas na propaganda eleitoral do PRP do dia 26/05/05.

Perplexa, a Nação assistiu V.Exª. ser acusado de defender os interesses da Coca-Cola em processos que contra ela tramitam no Ministério ora sob seu comando. Para que seja avaliada a gravidade de tais acusações, de matéria publicada no jornal O Globo de 27/05/05, transcrevo:

“A Dolly acusa a multinacional de concorrência desleal e de usar, na fórmula de seu refrigerante, substâncias tóxicas como a cocaína”

“O PRP acusa o Ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, de não ter investigado a denúncia feita pela Dolly, apesar de a Câmara dos Deputados ter solicitado o exame no refrigerante.”

“Na fita também há o depoimento de Adriana Antunes, identificada como ex-executiva da Coca-Cola em Brasília, que afirma ter participado de uma reunião onde estava presente o ministro e o presidente da Coca-Cola, e na qual ambos discutiam sobre a acusação de cocaína na composição do refrigerante”

“Um documento também é mostrado no filme, com destaque para um texto em inglês, supostamente da Coca-Cola, mas sem data legível, informa que o Ministro da Justiça será o grande defensor da multinacional na guerra contra as tubaínas”

Seguramente, Ministro Márcio Thomaz Bastos, nunca um Ministro da Justiça de nosso tão corrupto País foi acusado tão abertamente de proteger uma empresa em assunto de tamanha gravidade. A situação torna-se ainda mais preocupante ao se considerar que V.Exª. é o principal responsável pelo combate à corrupção no Governo Lula. Na realidade, é V.Exª. quem tenta convencer o País da validade da discutível teoria: a corrupção não aumentou; o que aumentou foi o combate à corrupção e a transparência.

Diante da gravidade da acusação relativa à Coca-Cola e do risco que a mesma aniquile com qualquer resquício de credibilidade de seu nome, é inadmissível imaginar que enérgicas providências não tenham sido tomadas em defesa da reputação de V.Exª.

E, considerando a “Transparência” da qual tanto fala o Governo Lula, é de se esperar que a população seja informada das apurações do vergonhoso caso que lhe foi apresentado em horário nobre da TV (intervalo do Jornal Nacional).
( a continuação da carta, sobre a White Martins esta disponivel no site referido acima)


Signatário: João Batista Pereira Vinhosa
E-mail: joaovinhosa@hotmail.com

segunda-feira, junho 06, 2005

Nada é novidade....

Numa entrevista a Megavisão, uma requisitada especialista em ética nos negócios Linn Brewer conta porque abandonou o emprego dos seus sonhos, para tornar público o maior escândalo financeiro da história dos Estados Unidos. O "Caso Enron".
Linn discorre sobre a ética nos negócios citando varios "cases" inclusive o que voces lerão abaixo.
Ela lançou um livro nos USA, ainda inedito no Brasil com o titulo(traduzido literalmente) "Confissões de uma executiva da Enron: a História de uma Delatora".


A Sarbanes-Oxley criou um novo paradigma, não só nos Estados Unidos como no resto do mundo. Você acha que a lei está ajudando a reduzir fraudes?

Sim. A Coca-Cola é um exemplo interessante. Há quatro anos, eles falsificaram os resultados de um estudo de mercado. Queriam colocar um refrigerante diferenciado em todas as lojas da rede Burger King, e então realizaram um estudo de viabilidade do negócio. Só que a pesquisa não deu um prognóstico tão otimista quanto o esperado. Então, para viabilizar a operação, os resultados da pesquisa foram manipulados, e sem que a Burger King soubesse disso. Três anos depois, a rede de lancherias aderiu ao negócio.Estranhamente, porém, os resultados da operação não eram computados nos balanços da Coca-Cola. Daí um sujeito de 31 anos, que trabalhava na empresa há 11 anos, resolveu fazer a denúncia. E foi demitido imediatamente.Por causa da Sarbanes-Oxley, esse funcionário não poderia ser mandado embora por causa disso. Então, ele processou a Coca-Cola. Três semanas depois de o processo chegar à imprensa, a empresa perdeu US$ 15 bilhões no valor das suas ações. Posteriormente, a companhia passou por uma limpeza de pessoal, o que mudou a sua cultura. Caso contrário, a única coisa que provavelmente sustentaria a Coca-Cola no mercado seria a sua marca.


Por: Alexandre de Santi
Leia a entrevista completa no site indicado abaixo

fonte: http://www.megavisao.com.br/INTERACAO/megaentrevistas/confissoes_delatora.asp
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domingo, junho 05, 2005

Relembrando...

COCA-COLA: etimologia de um nome

COCA: “Arbusto cujas folhas encerram vários alcalóides, entre eles a cocaína”.

COLA: “Árvore cujos frutos contêm grandes sementes com alto teor de cafeína e outros alcalóides”. No Brasil, algumas espécies de Cola levam o nome de orobó, ervilha-de-pombo, obi, etc.

A HISTÓRIA - Em 1886, em Atlanta (USA), o farmacêutico John Styth Pemberton inventou um tônico à base de folhas de coca, caroços de cola e caramelo, bastante eficaz contra a ânsia de vômito, dor de cabeça, ressaca e cansaço.No dia 08 de maio de 1886, o xarope começou a ser vendido em sua farmácia, a Jacob´s Pharmacy, por cinco centavos o copo. “A Coca-Cola surgiu quando, acidentalmente, John Pemberton misturou água gasosa ao seu xarope”. Foi com base nos componentes da fórmula que o contabilista da casa, Frank Robinson, batizou a bebida com o nome Coca-Cola.Um ano antes de falecer, Pemberton vendeu sua fórmula para outro farmacêutico, chamado Asa Griggs Candier, por 2.300 dólares. Assim, em 1887, nascia a Coca-Cola Company. Em 1919 Asa Candier foi eleito Prefeito de Atlanta e vendeu a Coca-Cola por 25 milhões de dólares para Ernest Woodruff e um grupo de investidores. Se naquela época a empresa já havia chegado ao Canadá, Havaí e México, hoje ela se encontra em 200 países do mundo e registra um superávit anual na casa dos Cinco Bilhões de dólares.

Na Audiência Pública da Câmara Federal, realizada em 17 de junho último, o Deputado André Luiz, citando o livro “Isso sim, É Real”, de César Azambuja, afirma que “Uma das substâncias usadas na fabricação do xarope da Coca-Cola é extraída da folha de coca e que a importação dessa substância é feita à margem das leis brasileiras”. “A pasta é feita à base de folhas de coca e é importada da Bolívia e Peru pela Stepan Chemical Company, única empresa americana autorizada a importar o produto para uso medicinal, além de servir como aromatizante para a Coca-Cola – confirma John O´Brien, gerente da Stepan Company”. Como os dirigentes brasileiros da multinacional se recusam a falar da Mercadoria Número 5, só mesmo o Ministério da Saúde e a Polícia Federal para explicarem o quê, de fato, a Coca-Cola está nos vendendo e como chegou à liderança do mercado nacional. (I K F)

fonte: Ivan Kardec Franco www.unamibb.com.br

Atualizando.....esperando....

CONSPIRAÇÃO COCA-COLA” por Ivan Kardec Franco

"Eu passei tanto tempo da minha vida achando que ser antiamericano era não beber Coca-cola, depois eu fui ficando mais maduro e percebi que quando a gente levanta de madrugada e tem uma Coca-Cola gelada na geladeira, não tem nada melhor" Luiz Inacio Lula da Silva, Presidente do Brasil( O Globo, 12.01.05)

Enquanto nosso presidente se deslumbra, o Processo movido pela Dolly Refrigerantes contra a Coca-Cola Company no Brasil, “envolve espionagem, ameaças, sabotagem, corrupção e toda sorte de ilegalidades”. Inicialmente a “tramóia arquitetada pela gigante multinacional” foi denunciada, pela Dolly, junto ao Terceiro Distrito Policial de Diadema-SP, conforme Inquérito Policial nº 01/695. A briga, que completa um ano e meio, já levou à instauração de outros processos na Polícia Civil (SICAT), no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e na Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça.Surgiram nesse meio tempo outras denúncias graves contra a Coca-Cola, entre elas, de sonegação fiscal, evasão de divisas e a suspeita de que o Extrato Vegetal, utilizado na composição de seu refrigerante, contém derivados de folhas de coca, o que é terminantemente proibido pelas leis brasileiras.Tais fatos classificados como concorrência desleal, abuso do poder econômico e práticas criminosas cometidas pela multinacional norte-americana, além dos incentivos tributários “benevolentes e imorais”, há décadas concedidos pelo governo, bateram às portas do Congresso Nacional.A Câmara Federal determinou que a denúncia sobre os “bilhões de reais que estão sendo desviados pela multinacional Coca-Cola" seja apurada pela Receita Federal, bem como os crimes de concorrência desleal, ameaças e corrupção sejam investigados pelos respectivos órgãos de nossa estrutura jurídica e administrativa. Entretanto, a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara, não abriu mão do seu interesse em desvendar se, de fato, o Extrato Vegetal, utilizado para a produção dos refrigerantes Coca-Cola e Coca-Cola Light, contém substâncias derivadas de folhas de coca, e que poderiam trazer dependência a seus usuários.Em 2004, duas Audiências Públicas foram realizadas pela Câmara dos Deputados, com a presença dos senhores Laerte Codonho, presidente da Empresa de Refrigerantes Dolly; Brian Smith, presidente da Coca-Cola Brasil; Jorge Giganti, ex-presidente da engarrafadora Coca-Cola e também ex-presidente da Coca-Cola no Brasil, México e Argentina; José Mauro de Moraes, farmacêutico bioquímico e diretor de Meio Ambiente e Assuntos Científicos da Coca-Cola; além do Sr. João Grandino Rodas, presidente do Conselho Administrativo de Direito Econômico-CADE e da Sra. Alessandra Viana Reis, coordenadora geral da Secretaria de Desenvolvimento Econômico-SDE. Nas duas Audiências, os deputados Celso Russomano (PPB/SP), Paulo Lima PFL/SP) e Renato Cozzolino (PSC/RJ), não conseguiram arrancar dos representantes da Coca-Cola a resposta para uma simples pergunta: “Não queremos que os senhores revelem a fórmula secreta de seu refrigerante. Queremos apenas saber se no Extrato Vegetal, classificado em suas importações como Mercadoria nº 5, e usado na fabricação da Coca-Cola, existem componentes extraídos da folha de coca, proibidos pela Legislação Brasileira?”.Em resposta, o Sr. Brian Smith, presidente da Coca-Cola do Brasil, respondeu: “Acho que o extrato vegetal é uma substância de um vegetal (sic), não mais que isso”.“Uma afronta à nossa inteligência, à nossa dignidade” que levou, inclusive, o Deputado Renato Cozzolino a dizer que se recusava a fazer parte daquela Audiência, daquele jogo. Em outubro de 2004 foi aprovado, e encaminhado ao Ministério da Justiça, o Requerimento 1866 que solicita a análise do Extrato Vegetal utilizado para a produção dos refrigerantes Coca-Cola e Coca-Cola Light.A análise deverá ser feita pelo Instituto de Criminalística da Polícia Federal, órgão ligado ao Ministério da Justiça.Agora, segundo nota divulgada pela Assessoria de Imprensa da Dolly, “a multinacional tenta desviar o foco de atenção para evitar a continuidade das investigações no Congresso Nacional, criando factóides, pressões, ataques e insinuações, promovidos por lobistas, que procuram denegrir a imagem dos Deputados da Comissão de Defesa do Consumidor”. Ainda surpreso com as fortes pressões que vem sofrendo, o deputado Renato Cozzolino declara: “A Coca-Cola pode estar cometendo um grave crime contra a Saúde Pública. Querem mudar o foco das investigações, nos transformar em criminosos, insuflando conflitos internos, inclusive entre os deputados. Não vão conseguir. Não vão desviar o foco, pelo menos o meu: eu quero saber a origem do Extrato Vegetal, se contém derivados de contém derivados de folhas de coca. E vou até o fim”.Trata-se de uma briga de cachorro grande que pode até dar em nada. Mas, é um bom começo a “tentativa de se evitar que, no Brasil, o poder econômico possa estar acima da Lei”.

Fontes:www.camara.gov.br
www.relatorioalfa.com.br
www.dolly.com.br
www.trf2.gov.br (Consulte pelo nº do processo 200202010334390)
www.ibgf.org.br