sexta-feira, outubro 29, 2004

A Coca Sempre Onipresente

Matéria de capa da ISTOÉ Dinheiro que estará nas bancas de jornais a partir de amanhã, o caso Kroll envolve também possíveis contratações para espionar a Dolly e a Schincariol:

'A ação da PF também colocou em risco o futuro da Kroll, uma empresa que lida com sigilo, no País. Isso porque também foram apreendidos documentos relacionados a várias outras investigações internas, uma delas sobre a empresa de refrigerantes Dolly e outra sobre a Schincariol. “Podemos até ter de fechar as portas no Brasil”, admitiu um de seus executivos. Numa tentativa de reação, a empresa emitiu uma dura nota na noite da quinta 28. “Esta iniciativa da polícia, de abuso de autoridade, demonstra de forma clara a fragilidade de nossos direitos constitucionais”, afirmava o texto. A Kroll também contestou a causa da prisão dos seus cinco colaboradores – a alegação apontada foi o fato de terem sido encontrados equipamentos que, segundo a PF, serviriam para grampear terceiros.'

Acesse o link da IstoÉ Dinheiro para ler a reportagem na íntegra.
Leia abaixo notícia diretamente da assessoria da
Dolly:

PROVÁVEL ALVO DE ESPIONAGEM, DOLLY INTERPELA KROLL

Notas já publicadas em sites e jornais, e informações de várias fontes dão conta de que a Kroll tinha outra grande “investigação” em curso, que teria sido contratada pela Coca-Cola: a Dolly e seu dono
SÃO PAULO, URGENTE – sexta-feira, 29 – Os advogados da Dolly Refrigerantes entraram, na tarde de hoje, 29 de outubro, com representação extrajudicial junto à Kroll Associates Brasil Ltda. No documento, solicitam – no prazo de cinco dias a contar de hoje - respostas às várias informações e dúvidas que vem correndo desde que documentos e equipamentos da Kroll foram apreendidos na Operação Chacal, realizada pela Polícia Federal esta semana. Informações vindas de fontes diversas e várias notas publicadas na imprensa vêm insinuando ou mesmo afirmando que a Coca-Cola teria contratado a Kroll para espionar e monitorar, de todas as formas, a empresa e o proprietário da marca Dolly, Laerte Codonho, com quem a multinacional trava um verdadeiro duelo há mais de um ano. Esta seria uma das maiores investigações em curso da empresa, também americana, de gerenciamento de riscos. Mas, segundo as investigações em curso, a Kroll estaria agindo no Brasil de várias formas ilegais, utilizando espiões, escutas telefônicas e gravações, além de acesso a documentos sigilosos, entre outros crimes que estão sendo imputados e que levaram, inclusive, à prisão de alguns de seus funcionários. A Kroll (e seus “espiões”) já está há meses sendo investigada pela Polícia Federal por espionagem em um rumoroso caso envolvendo companhias telefônicas, e que teria atingido inclusive importantes membros do Governo Federal.COCA NA BERLINDA - Nos tribunais e órgãos administrativos nacionais, a Dolly acusa a Coca-Cola – e vem conseguindo provar todas as suas acusações em todas as instâncias – de concorrência desleal, abuso do poder econômico e práticas criminosas. A multinacional já foi chamada e está novamente sendo chamada para dar explicações sobre o caso ao Congresso Nacional: no próximo dia 17 de novembro , o atual presidente da Coca-Cola no Brasil, Brian Smith, o ex-presidente, Jorge Giganti, e o executivo que teria posto em prática um plano de “destruição” contra a Dolly, Luis Eduardo Capistrano do Amaral, estão convocados a comparecer em Audiência Pública na Comissão Permanente de Defesa do Consumidor. O presidente da Dolly também já foi convocado e deverá estar presente.No documento de cinco páginas, o advogado, Dr. Ismael Corte Inácio expressa literalmente nos itens finais, “com o intuito de preservar e acautelar direitos de meus clientes, inclusive de natureza constitucional” as seguintes interpelações:- Se entre os documentos apreendidos pelos agentes da Polícia Federal, nas diligências realizadas em 27/10/2004, há gravações, ou informações relacionadas com a “Dolly” e o Sr. Laerte Codonho;- Se a “Kroll” foi contratada por alguma empresa do sistema “Coca-Cola”, ou por alguma associação da qual a empresa do grupo seja associada, para espionar ou monitorar a “Dolly” e o Sr. Laerte Codonho;- Se a empresa “Kroll” mantém relação comercial ou contratual com alguma empresa do sistema “Coca-Cola”, ou com associação da qual faça parte empresa do sistema, informando, caso positivo, o objeto do contrato.MEDIDAS JUDICIAIS Caso a empresa se negue ou não responda no prazo, o advogado prossegue na petição: “O silêncio de V. Sas., após decorridos cinco dias desta data, fará presumir que as notícias divulgadas pela imprensa, principalmente as veiculadas pelo jornal “O Estado de São Paulo” e na coluna virtual do jornalista Giba Um, são verdadeiras, dando ensejo a medidas de natureza policial e judicial em desfavor da “Kroll”.

ASSESSORIA DE IMPRENSA DOLLY REFRIGERANTES
Marli Gonçalves – Mtb 12.037Tel. 11. 9186-0085

A HORA DA FOLHA

Não! O título desse post não se refere ao nome de um novo jornal de gaúchos com paulistas.
Tampouco tem a ver com o problema da escassez de catadores de folhas das árvores, durante este outono no hemisfério norte.
O título acima simplesmente resume uma situação de ordem. Aquela que tem dinâmica de billhões de dólares em curto espaço de tempo. A tal que extrapolou o 'mercado negro' e marca presença nas ocasiões mais inocentes, familiares e festivas da sociedade global, independente de etnia, credo, nível social e condição financeira.
O título deste post compreende a questão que anda fumegando na cabeça de muito consumidor e produtor de refrigerantes no Brasil. É a introdução para uma resposta para a pergunta que a nossa brasileiríssima Dolly vem trabalhando ardua e corajosamente há meses para obter:

A Coca-Cola contém derivados da folha de coca?

Em nome de toda a sociedade brasileira que se sente tolhida em sua condição de cidadãos, quando esbarra na impossibilidade da informação de relevância ter o acesso à grande mídia, e como conseqüência, ter que buscar respostas até em sua própria intuição para as questões mais básicas de sua saúde e consumo, me resta reconhecer;

VALEU, LAERTE CODONHO!

Leia abaixo:

Relator aprova: Extrato Vegetal da Coca-Cola vai ser analisado

Vice-presidente da Câmara Federal e relator do requerimento, Inocêncio solicita encaminhamento imediato ao Ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, de análise do Extrato Vegetal da Coca-Cola

SUGESTÃO DE PAUTA/ INFORMAÇÃO

DEPUTADO INOCÊNCIO OLIVEIRA APROVA REQUERIMENTO DE ANÁLISE DE EXTRATO VEGETAL DA COCA-COLA: Vice-presidente da Câmara Federal e relator do requerimento, Inocêncio solicita encaminhamento imediato ao Ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, de análise do Extrato Vegetal da Coca-Cola

SÃO PAULO - Finalmente, ontem, 27 de outubro, foi dado o parecer positivo pelo deputado Inocêncio Oliveira (PFL/PE), Vice-Presidente da Câmara Federal e Relator, ao requerimento, que solicita a análise – sob suspeita de conter folhas de coca, o que é terminantemente proibido pela legislação brasileira - do Extrato Vegetal ou Mercadoria nº. 5 que compõe, entre outros ingredientes, a fórmula da Coca-Cola.

O próximo passo será o próprio Ministério da Justiça encaminhar o assunto ao Instituto de Criminalística da Polícia Federal. Há meses o requerimento, de número 1866/2004, do deputado Renato Cozzolino (PSC/RJ), aprovado por unanimidade em 5 de maio na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, aguardava parecer da Mesa Diretora.

A seguir, todo o histórico oficial da tramitação do assunto, disponível no site www.camara.gov.br.
Proposição: RIC-1866/2004
Autor: Comissão de Fiscalização Financeira e Controle

Data de Apresentação: 12/05/2004
Apreciação: .
Regime de tramitação: .
Situação: 1SECM: Aguardando Resposta.

Ementa:
Solicita ao Ministério da Justiça, no âmbito do Departamento de Polícia Federal / Instituto Nacional de Criminalística, informações sobre produtos, substâncias ou drogas ilícitas que causem dependência física ou psíquica.

Explicação da Ementa:
Esclarecimentos acerca de extrato vegetal exportado pela Recoforma/Coca-Cola conter em sua composição folha de coca (erytroxilum coca) ou algum de seus derivados. Ministro Márcio Thomaz Bastos.

Indexação:
(MJ), Departamento de Polícia Federal, Instituto Nacional, Criminalística, existência, substância, droga, psicotrópico, riscos, dependência química, dependência física, dependência psíquica, bebida, refrigerante.
Pareceres, Votos e Redação Final

- MESA (Mesa Diretora)
PRL 1 MESA (Parecer do Relator) - Inocêncio Oliveira
Andamento:

12/5/2004 PLENÁRIO (PLEN)
Apresentação do Requerimento de Informação.


17/5/2004 Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA)
Designado Relator, Dep. Inocêncio Oliveira (PFL-PE)

27/10/2004 Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA)
Apresentação do Parecer do Relator pelo Dep. Inocêncio Oliveira


27/10/2004 Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA)
Parecer do Relator, Dep. Inocêncio Oliveira, pela aprovação.

CONSULTE O SITE DA CÂMARA: www.camara.org.br.
Lá você poderá encontrar a íntegra do requerimento do Deputado Renato Cozzolino. Abaixo, para auxiliar, segue a íntegra do despacho do deputado Inocêncio de Oliveira

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REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO Nº 1866/2004

Autor(a): COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE
Destinatário (a): Ministro de Estado da JUSTIÇA

Assunto:
Solicita ao Senhor Ministro de Estado da Justiça, no âmbito do Departamento de Polícia Federal, o Instituto Nacional de Criminalística, informações sobre produtos, substâncias ou drogas ilícitas que causem dependência física ou psíquica.

Despacho:
O presente requerimento de informação está de acordo com o art. 50, § 2º, da Constituição Federal e com os arts. 115 e 116 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados. O parecer, dispensado o relatório, em conformidade com o art. 2º, § 1º, do Ato da Mesa nº 11, de 1991, é pelo encaminhamento.

Primeira Vice-Presidência, em 27 / 10 / 2004.

Deputado INOCÊNCIO OLIVEIRA
Primeiro Vice-Presidente
Relator

quinta-feira, outubro 28, 2004

Aumenta A Freqüência Da Coca-Cola Nos Blogs

O interesse pelo atual "reality case" da Coca-Cola cresce na mesma velocidade que se espalha o sentimento de indignação de consumidores, que numa reação em cadeia vão se tornando ex-consumidores.
Um exemplo de como a gigante de refrigerantes não está conseguindo conter as informações por ela indesejadas, mesmo despejando muito dinheiro nas fontes, é a facilidade de se encontrar na Internet posts como o abaixo ipsis litteris trancrito.


Quarta-feira , 13 de Outubro de 2004

Coca-Cola - O Poder do Dinheiro

É incrível quase ninguém saber sobre tudo que está acontecendo com a Coca-Cola. Já foi comprovado que essa empresa estrangeira sonegou bilhões de reais de impostos em nosso país. Além disso sabe-se também que ela usa seu poder econômico para impedir que suas concorrentes nacionais possam progredir, utilizando-se de todos os artifícios maquiavélicos possíveis para que isso ocorra.

Outra coisa que quase ninguém sabe é que a Coca-Cola está sendo investigada com relação ao extrato vegetal, que é usado em sua fórmula, ser derivado da folha de coca (de onde se extrai a cocaina), podendo causar dependência física e psiquica, tendo um requerimento no Congresso Nacional para que se possa fazer a análise do tal extrato vegetal que nunca foi examinado em nosso país. Pense: Quantas pessoas você conhece que são viciadas em Coca-Cola? Este pode ser o motivo.

Então, Qual o motivo de não ser divulgado pela grande imprensa essas notícias a respeito da Coca-Cola? Observe em todos os canais de televisão, o montante de propagandas publicitárias feitas pela Coca-Cola. Ela está abrindo o cofre para poder calar os meios de comunicação de massa, para não perder mercado e não deixar que essas informações cheguem à população. Qual rede de TV iria querer perder um cliente tão bom, que faz tantas propagandas publicitárias, joga tanto dinheiro nas TVs, quanto a Coca-Cola?

Aqui em Fortaleza o quase monopólio da Coca-Cola é evidente e pode ser percebido por qualquer pessoa, basta que ela preste atenção com relação a isso. Em quantos bares e restaurantes você vai que só têm os refrigerantes da Coca-Cola (Kuat, Sprit, Fanta) em seu cardápio?. Onde essa situação é evidente e inquestionável, são nos cinemas da cidade, se você quiser beber refrigerante, tem que ser um desses da Coca-Cola, não tem outra opção.

Enfim, “Coca-Cola é isso aí!”, “Essa é a Real!”.

Você decide se ainda vai contribuir para o crescimento dessa empresa.

Eu não bebo Coca-Cola, e você? Pare se for capaz!.


Escrito por Hericksson às 16h16
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Fonte: http://politicagem.zip.net/

quarta-feira, outubro 27, 2004

Credibilidade Em Baixa

Coca-Cola divulga estudos sobre obesidade e é amplamente criticada em seus métodos. Principalmente por membros de campanhas de saúde.
Segundo o resultado da pesquisa feita na Oceania, o estudo demontra que as crianças estão se alimentando cada vez menos, mas a culpa do aumento da obesidade em todo o mundo é a vida sedentária com abstenção quase total de evercícios.
O Centro de Saúde Pública e Vutrição da Universidade de Sydney na Austrália informou que além da pesquisa ter sido feita pela própria Coca-Cola, as áreas pesquisadas eram de total monopólio da companhia, o que reforçou ainda mais o descrédito na autenticidade dos estudos.

Fonte: http://www.mallenbaker.net/csr/CSRfiles/page.php?Story_ID=1349


E nos Estacos Unidos, capital mundial das pesquisas, o índice de confiança do consumidor cai pelo terceiro mes consecutivo. De 96.7 em setembro para 92.8 em outubro. Culminando com essa fase eleitoral, a população anda saturada de tanta manipulação.

Fonte:
http://www.klrt.com/business/story.aspx?content_id=9A4B6BEE-C986-43AA-A385-8F9DE9FF7FCE

segunda-feira, outubro 25, 2004

Coca-Cola: Conexão CIA-Cocaína-Bush

Existem muitos grandes segredos com a Coca-Cola. Mas, o monopólio da mídia, de ligações com espiomagem e conflitos de interesses não se habilita a comentar profundamente o assunto.

Se formos nos reportar ao final da Segunda Guerra, poderemos nos perguntar o que tornou a Coca-Cola tão popular desde aquela época, se existem tantas outras bebidas com tanto ou maior potencial para o gosto do consumidor?

A resposta é simples. A Coca-Cola tem uma fórmula secreta, à base de folha de coca processada. A mesma folha de coca da qual se obtém a cocaína.

No ínício do século 20, seus criadores admitiam que existia a cocaína na bebida. Contudo, há mais de 100 anos que a The Coca-Cola Company vem 'jurando de pé junto' que de maneira nenhuma isso é verdade. Por outro lado, relatos de consumidores sobre o 'vício da bebida' estão presentes no dia-a-dia de qualquer cidadão habitante deste planeta.

Em 1989 o caso deu uma virada, e surpreendentemente, o assunto começou a ser ventilado na mídia. Por conta disso, entrevistei um alto funcionário da Stephan Chemical Company; empresa que processa folhas de coca tanto para a Coca-Cola quanto para a indústria farmacêutica, já como cocaína. E eis aí, onde George Herbert Walker Bush se insere.

Em 1976, após onze anos e meio como Diretor da Central de Inteligência Americana, a CIA; ele se tornou Diretor da farmacêutica Eli Lilly Company, que como muitas outras empresas do ramo, obtém sua cocaína da Stephan. Que de alguma forma, em algum lugar, vaza para o mercado negro de intorpecentes.

A fortuna e o poder de papai Bush, em sua maior parte, advém do tráfico e da espionagem. Segundo documento disponibilizado pelo FBI, ele permaneceu na CIA de 1959 a 1976; onde inclusive, ajudou a encobrir alguns detalhes pós-assassinato do J.F Kennedy. O documento se encontra disponível em nosso site na série "Greenspan Ajuda e Suborna Bush".

A Firma dele, a qual a realeza britânica ajudou a fundar, era a Zapata Petroleum, mais tarde denominada Zapata Offshore. Ela possuía filiais pelo mundo inteiro, e entre outras atividades, praticava perfuração petrolifera para além da jurisdição dos Estados Unidos e de outros países. Desta forma, centros de produção de intorpecentes, como a Colômbia, Bolívia, Peru, Equador e outros, podiam utilizar as plataformas de perfuração e exploração como bases receptoras para helicópteros que supostamente estariam descarregando provisões regulares.

Aparentemente por milagre, a droga surgia nos Estados Unidos. Mas a forma reconhecidamente mais fácil de entrar no país, era por meio do 'vazamento' que vinha da área de processamento e manipulação da base secreta da Coca-Cola. Porém, em 1989, chantagistas, entre altos funcionários do Governo americano, da FDA inclusive, iniciaram pressão contra a Coca-Cola, fazendo perguntas capciosas. Foi aí, que a Coca-Cola, para o bem de sua história, deixou o conteúdo de cocaína descansar em sua base secreta.

E foi neste ponto, que papai Bush, considerado um grande Barão do Tráfico, começou a mudar seu foco de interesses, logo em seguida à sua posse como Presidente dos Estados Unidos da América.

por Sherman Skolnick

Fonte:
http://www.conspiracyplanet.com/channel.cfm?channelid=123&contentid=1125&page=2

sexta-feira, outubro 22, 2004

QUEDA LIVRE

quinta-feira, outubro 21, 2004

Novo Vice Presidente Executivo Assume Desafio

Em meio à queda constante de suas ações, perda de apoio na União Européia para sua liderança no continente, envolvimento com crimes na América Latina, acusação de destruição do meio ambiente na Índia, etc; Coca-Cola nomeia Irial Finan como seu novo Vice Presidente executivo.

Fonte: http://atlanta.bizjournals.com/atlanta/stories/2004/10/18/daily49.htm

quarta-feira, outubro 20, 2004

Coca-Cola Perde Suporte Na UE

Detentora da fatia de 50% do mercado de refrigerantes na União Européia, a Coca-Cola, depois de 5 anos de investigações solicitadas pela sua rival Pepsi em ação anti-trust, é forçada a acordar nos seguintes procedimentos:
1- Promessa de cessar 'rebates' (bonificações) aos varejistas que adquirirem produtos Coca-Cola em ordem crescente.
2- Os clientes não serão forçados a comprar produtos de pouca popularidade na UE, como a vanilla coke e o sprite para cada aquisição da coca-cola classic e da fanta laranja.
3- Mercados e pontos de venda não serão mais obrigados a disponibilizar em gôndolas e geladeiras os produtos Coca-Cola lado a lado.
4- TODAS as geladeiras da Coca-Cola terão que disponibilizar 20% de seu espaço para os produtos da concorrência.

"Este acordo resultará em mudanças significativas no mercado de 17 bilhões de euros (21 bilhões de dólares) de refrigerantes, e finalmente dará aos varejistas a oportunidade de oferecer mais escolhas para o consumidor", disse um porta-voz da Pepsi.

Fontes: www.menafn.com
http://business.scotsman.com/agriculture.cfm?id=1219872004

segunda-feira, outubro 18, 2004

O Consumidor E O Produto, A Marca E A Justiça Do Mercado


Mudar a demanda do consumidor sempre foi o maior desafio de qualquer empresa de consumo popular que entrasse no mercado durante a segunda metade do século passado. Isto era resultado de décadas de massificação das grandes marcas, que se impunham no mercado através da escola americana de marketing que reinou absoluta após a Segunda Grande Guerra.

Assim, ainda que sua intenção fosse apenas comprar uma lâmina de barbear, era quase inevitável pedir uma “Gillette”. Se a necessidade era limpar panelas, pedia-se um “Bombril”, e não uma palha de aço. Nossas mentes, bombardeadas e condicionadas por inundações de mensagens diretas e subliminares, agiam quase automaticamente na hora da decisão de compra, sempre optando pelas marcas e não pelo valor intrínseco do produto a ser adquirido.

Em um cenário como este, o reinado da Coca-Cola era muito fácil. O poder econômico aliado à uma forte estratégia de distribuição, garantiram à ela o quase monopólio do mercado mundial de refrigerantes. Isso, obviamente, sem considerar a suposta dependência química do seu extrato vegetal, que só agora começa a ser investigado.

Pois bem, o cenário modificou-se. O acesso mais fácil a novas tecnologias de produção, a expansão do mercado revendedor e à sua complexa variedade e, principalmente, consumidores mais conscientes e informados reverteram uma situação que para estas empresas parecia eterna.

Hoje, novas empresas entram no mercado com uma multiplicidade de ofertas de produtos com boa qualidade e preço competitivo. E o consumidor começa a perceber e a usufruir dessas vantagens. No começo da década de 90, ainda de forma tímida, pesquisas indicavam ser comum, por exemplo, consumir-se as chamadas tubaínas durante a semana e a coca-cola no domingo para receber os amigos. Ora, isso era uma escolha social e não qualitativa do produto. Era ainda herança daquela época referida acima, onde o produto valia mais pelo seu valor extrínseco, ou seja, pelos atributos que a mídia conferia à marca.

Mas o mundo mudou, e com ele a consciência do consumidor. Hoje cada dia mais, o que vale é a qualidade, o preço, a influência do produto na saúde e até no meio ambiente. Em um nível mais elevado, eu diria que o consumidor se preocupa até com o papel social da empresa fabricante dos produtos que ele consome. Como a ética, a cidadania e a participação social (não a demagógica). E nestes ítens, a Coca-Cola está seriamente prejudicada....

Arriba La Coca Mejicana!

Se você sentiu cócegas no nariz, é bom esclarecer que este post não é sobre aquele tipo de coca. É sobre a Coca-Cola mesmo, e uma bobeada que o staff de Atlanta se recusa a enxergar.

De um ano para cá, a gigante de bebidas em Atlanta anda sendo pisoteada por engarrafadoras da Coca Mexicana, que produzem a bebida com açúcar de verdade (fica muito mais gostoso) e não com xarope de milho (que engorda muito mais), e a distribuem em garrafa de vidro.

Quantidades da bebida mexicana são despejadas nos Estados Unidos por várias frentes e mesmo assim, a demanda não pára de crescer. O preço é mais alto, mas o consumidor está disposto a pagar.

Os experts de Atlanta mais uma vez estão "marcando touca"; Na Flórida, No Oregon, em Nova York e até em Atlanta, cada vez mais gente acha que tem a solução para os problemas da Grande Vermelha. Mas enquanto isso, pelo menos por enquanto, elas vão repetindo que para elas, a
Mexican Coke Is The Real Thing!

A Coca Mexicana É A Real!

Fontes: http://www.improvedclinch.com/comments.php?id=1326_0_1_0_C
http://news.tradingcharts.com/futures/5/0/60175505.html
http://www.financialexpress.com/fe_full_story.php?content_id=69809
http://www.beverageworld.com/beverageworld/headlines/article_display.jsp?vnu_content_id=1000632881

domingo, outubro 17, 2004

Mc Donald's "Pendura" Seus Arcos Na Grã Bretanha

Entre os símbolos mais conhecidos no mundo estão a Coca-Cola, o crucifixo cristão, os anéis olímpicos e os arcos do Mc Donald's.

Com que ótica então interpretar a audaciosa campanha de marketing desenhada performaticamente para consagrar o Mac Donald's da Grã Bretanha, que tem mais de 1.000 lanchonetes no Reino Unido, como o potencial carro-chefe do "fast-food" da alimentação saudável no mundo?

No lugar dos arcos, existe agora um ponto de interrogação no mesmo tom de amarelo dos arcos, que, sobre fotos de saladas e de outros alimentos de baixa caloria, encabeça o slogan "Mc Donald's: Mas Não Do Jeito Que Você Conhece".

O Mc Donald's está embasando essa chamada "campanha de mudança" com um menu explicativo que está enviando a 17.000 residências em toda a Grã Bretanha.

Mesmo assim, especialistas de marketing se perguntam se essa mudança tão radical de filosofia vai de fato conseguir transformar a percepção de consumidores, que reconhecem no Mac Donald's um propulsor do "fast-food" da alta caloria.

"Eu diria que de 80 a 90 por cento da população mundial reconhecem os arcos dourados ", disse John Noble, diretor do British Brands Group. "Eles não são somente o design, mas também um código estenográfico de tudo que o Mc Donald's representa. Se o Mc Donald's não tomar cuidado, pode perder o rumo com seus clientes", disse ele.

Fundado em 1954, o Mc Donald's é uma tradição no "fast-food", com milhões de lanchonetes pelo mundo todo. E sua marca registrada Big Mac existe desde 1967.

Allyson Stuart-Allen, chefe na International marketing Partners, uma empresa de consultoria de interação multicultural, disse que a remoção dos arcos dourados foi uma mudança inteligente que demonstra o esforço da companhia para revigorar sua imagem.

"Isso evita chegar a hora da empresa ver seus clientes olhar para os arcos e imediatamente rejeitar o Mac Donald's", disse ela. "O objetivo é fazer as pessoas experimentarem e se surpreenderem com o portfólio tão abrangente de opções. O Mc Donald's precisa seguir em frente na sua plataforma saudável, porque é mais arriscado para a marca se manter na filosofia atual".

O porta-voz do Mac Donald's disse que a remoção dos arcos dourados é uma campanha experimental e que ninguém ainda tem certeza se ela será extensiva a outos países.

Fontes:
http://www.sunherald.com/mld/sunherald/business/9940356.htm
http://www.fool.com/News/mft/2004/mft04101514.htm?source=mpmftlist

sábado, outubro 16, 2004

Rótulo De Informação Nutricional



A nova onda hype nos Estados Unidos são os rótulos de informação nutricional que discriminam em detalhes os valores nutritivos do alimento e a quantidade limite para seu consumo por vez (com alvo nos consumidores obesos). A FDA (instituição reguladora de alimentos e remédios de lá) "recomendou" às indústrias de alimentos e bebidas essa ação devido aos altos gastos do governo com a obesidade e suas conseqüências em relação ao consumo irresponsável de alimentação industrializada. A Coca-Cola promete estar com tudo regularizado no início do ano. Mas do derivado da coca , nem um pio a respeito.

Fontes: http://www.myrtlebeachonline.com/mld/myrtlebeachonline/business/9935023.htm http://www.detnews.com/2004/fitness/0410/17/fitness-305420.htm
http://www.just-drinks.com/news_detail.asp?art=24893

Calorias nas bebidas Coca-Cola :
http://www.annecollins.com/calories/calories-coca-cola.htm
http://www.geocities.com/Heartland/4269/nutrition.html

Atendendo A Pedidos

quinta-feira, outubro 14, 2004

FORUM MUNDIAL CONTRA A COCA-COLA

RECAPITULANDO:
Grupos de comunidades da Índia uniram forças no Forum Social Mundial em Mumbai, de 16 a 21 de janeiro deste ano, com o intuito de atrair atenção para os abusos da Coca-Cola naquele país - cujo esforço produziu um reconhecimento das práticas da Coca-Cola na Índia - Comunidades internas e da periferia das intalações da companhia estão enfrentando escassez de água, e a pouca água que resta já foi poluída pela Coca-Cola. A ação de "doar" os resíduos produzidos pela empresa como "fertilizante" aos agricultores da região se comprovou ilícita, porque tais resíduos são altamente tóxicos! O governo indiano confirmou que os produtos da Coca-Cola na Índia contém potencial de toxidade 30 vezers maior do que o permitido pelos padrões da União Européia devido ao excesso de pesticidas, conforme exame laboratorial.

ANDAMENTO:
A resistência contra a Coca-Cola Company na Índia é quase que unânime.
E desde janeiro último, com a mobilização da população e o apoio de Organizações Não Governamentais, o governo já foi obrigado a exigir uma postura bem diferente dessa empresa que é acostumada a agir impunemente. Com apoio internacional, a questão da depredação das fontes e lençóis freáticos já estão sendo avaliadas por cientistas. Os resíduos "doados" aos fazendeiros estão sendo examinados em laboratórios, e os produtos Coca-cola estão sofrendo transformações conforme exigências do departamento de saúde do governo indiano.

CONCLUSÃO:
Aqui no Brasil, cada vez mais, a população se pergunta porque tanta proteção e inércia por parte de autoridades, quando se trata de avaliar as práticas da Coca-Cola neste país. O boicote ao seu principal produto já é grande. Mas a grande mídia, continua surda e muda. O que promete muito barulho para quando começar a ouvir e a falar.



terça-feira, outubro 12, 2004

A Insistência Na "Orfandade" Do Extrato Vegetal

Mais do que já foi investigado por jornalistas, estudado por cientistas e explorado por antropólogos e psicólogos, o fato do extrato vegetal, componente do concentrado da coca-cola, ter sua origem na folha de coca, não deveria causar tanta comoção ao Board da Coca-Cola Divisão Brasil. Ao ponto da empresa insistir em impedir com comportamentos imediatistas e irregulares, que o produto seja examinado oficialmente em laboratório sob a responsabilidade da Polícia Federal.

O grande entrave da Coca-Cola Company é não valorizar seu inventário e contratar capital humano com valor abaixo da demanda de seu ativo, causando impactos sem precedentes nas suas políticas de gerenciamento.

Persistindo nessa atitude, a Coca-Cola está atraindo para a sua atual gestão, todo o foco de indignação e raiva de quem busca uma verdade comprovada neste mar de "marquetagem" e "des-gerenciamento" que envolve a empresa. Ao passo que, se utilizasse do conhecimento da história da companhia, explicando a evolução do produto; e, com competência, buscasse novos caminhos para a comercialização da produção: a regularização do rótulo, a transparência na administração química, a abertura de diálogo com políticos, etc; não acumularia motivos, a priori, para punições em nível legal para a atual gestão, pelas possíveis irregularidades do produto.

Quase ninguém conhece os segredos de uma empresa antes de trabalhar para ela. E na maioria das vezes, nem depois de ter trabalhado nela. Pode-se questionar sempre, se um funcionário coagido por superiores a cometer certos erros, esteve certo ou errado ao cometê-los. Mas o que se vê na Coca-Cola é a omissão, a cumplicidade e o "abafamento" por meios excusos, de evidências que embora por enquanto fragmentadas, não tardarão a unir as partes e fazerem sentido. Consagrando uma "culpa" inquestioável à atual gestão.

No site Narco News podemos obter informações completas sobre processos e caminhos da coca na América Latina. Existe uma escola de jornalismo bastante considerada e atuante instalada nas regiões de cultivo que acompanha tudo, da plantação à comercialização. Não há como insistir na "orfandade" do extrato vegetal da coca-cola depois de ler os posts.

Quanto as ações de corrupção da Coca-Cola em nível global, a India este ano, deu uma lição para todos os povos que desejam resultados para o comportamento imperialista de multinacionais nos países em desenvolvimento. O povo indiano, mesmo ilhado por lobbies e propinas, conseguiu examinar em laboratório produtos da cia. Obteve o reconhecimento oficial dos laudos e comprovou que alguns produtos Coca-Cola na Índia têm toxidade 30 vezes maior do que os mesmos produtos na União Européia, obrigando as fábricas a transformarem seus processos de produção.

A indignação do Deputado Renato Cozzolino, no programa 100% Brasil do último sábado, é extensiva a todos nós cidadãos brasileiros, que aguardamos uma definição em relação ao documento 1866, atualmente "adormecido" na mesa do presidente da Câmara João Paulo Cunha. Este documento solicita o exame laboratorial do extrato vegetal.

Ao se confessar tolhido em sua atuação parlamentar , o Deputado Cozzolino (ele é o autor do documento 1866) está em sincronia com o povo, que tolhido em sua condição de cidadãos, boicota o produto e não consome. Será que os analistas e consultores internos da Coca-Cola não vêem isso? Não reconhecem o prejuízo?


segunda-feira, outubro 11, 2004

Incompetência Barra Dificuldades De Usuários De Primeira Viagem

Crianças internautas, habilitem-se
A Coca-Cola precisa de vocês

Explico: Até o blog interno da companhia em Atlanta deixaram vazar. Os encarregados da confecção do blog de gerenciamento esqueceram de portegê-lo com uma senha, resultado: houve bastante gente que conseguiu acessá-lo. Entre muitos, um jornalista que pesquisava novos blogs criados naquele dia.

A explicação de funcionários é a de que eles não sabiam que blogs criados tornavam-se imediatamente 'acessáveis', ficando assim disponíveis para quaisquer internautas todos os dados postados, caso não os protegessem com senha. Coisa que muitas crianças alfabetizadas já sabem. Sendo segurança o ítem que mais ocupa espaço na cabeça dos novos usuários.

No site do blog, lia-se categorias como Marketing, Blog Corporativo e Tendências de Internet.

O blog já se encontra sob proteção de senha.

Fonte: http://www.micropersuasion.com/2004/10/coca_cola_marke.html

domingo, outubro 10, 2004

Coca-Cola Divisão Brasil Investigada

ACOMPANHE: http://www.mj.gov.br/noticias/2004/outubro/rls071004refrigerantes.htm
http://dolly.com.br
http://portalexame.abril.com.br/negocios/conteudo_51125.shtml
http://www.superavit.com.br/noticias.asp?id=29858
http://www.superavit.com.br/noticias.asp?id=29881
http://www.varejista.com.br/novo_site/desc_materia.asp?id=23731
http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/valor/2004/10/08/ult1913u17055.jhtm http://www.financeone.com.br/noticia.php?lang=br&nid=11574
http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/economia/1765501-1766000/1765572/1765572_1.xml
http://www.procon.rs.gov.br/procon_nova/noticia_view.php?id_noticia=612
http://www.noolhar.com/opovo/economian/407902.html
http://advillage.uol.com.br/adCmsDocumentoShow.aspx?documento=9408&Area=728
http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&id=44102
http://www.vermelho.org.br/diario/2004/1009/1009_coca-cola.asp
http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php PHPSESSID=f7a73685844b3f94185e2d9f26211a7d&topic=23851.msg15846
http://www.dannemann.com.br/site.cfm?
http://www.ultimainstancia.com.br/clipping/ler_noticia.php?idNoticia=5442
http://www.just-drinks.com/news_detail.asp?art=24824
http://www.beverageworld.com/beverageworld/headlines/article_display.jsp?vnu_content_id=1000663618

EM ISRAEL:
http://www.just-drinks.com/news_detail.asp?art=24848

E NA BULGÁRIA TAMBÉM:
http://www.novinite.com/view_news.php?id=40033



sexta-feira, outubro 08, 2004

Qual A Importância De Um Nome?

É cada vez menor. À medida que os consumidores rejeitam cada vez mais as grandes marcas.

Os produtos com as melhores e mais conhecidas marcas do mundo, com nomes que potencializaram a economia global durante a última metade de século, incluindo aí a Coca-Cola, a Colgate e a Knorr, estão enfrentando uma acirrada competição na Europa por rivais anônimos e bem mais baratos.

Enquanto os jovens continuam apegados aos nomes das marcas, adultos estão crescentemente substituindo produtos, que podem ser considerados de qualidade inferior a dos líderes de mercado, mas que são muito mais acessíveis ao bolso; disseram analistas de mercado da AFP.

Nenhum nome é sagrado. A cola genérica e os vinhos sem marca, os patês ou mesmo o chocolate, estão todos encontrando mais e mais consumidores.

Multinacionais como a Nestlé, a Coca-Cola e a Colgate-Palmolive chegam à conclusão que até os logos são sujeitos às leis de crescimento, e encolhem em importância, ao passo que a miríade de suas subsidiárias, fazendo comércio sob uma variedade de nomes diferentes, anunciam lucro negativo ou mesmo a previsão de declínio em suas vendas.

Na competição cada vez mais forte, as empresas líderes, desde 1960, têm sido forçadas a lançar novos nomes de marcas a cada ano, pouco mais em conta do que as marcas líderes.

Esta forma de criar valor agregado alcançou seu auge por ora. Consumidores demonstram saturação com o ítem qualidade.

Durante as duas últimas décadas, as cadeias de supermercados na Europa, açambarcaram as vendas das marcas líderes, fornecendo produtos 'idênticos' com a marca da casa; e ainda, vendendo de 30 a 50 por cento mais barato, já que a publicidade e a pesquisa desses produtos são consideravelmente menores.

As marcas têm procurado seguir as tendências através da inovação, mas com muito pouco sucesso. A maioria dos produtos dura menos de um ano, e seus preços desencorajam os compradores, dizem os distribuidores:

"Em 20 anos, os preços das grandes marcas aumentaram demasiadamente em relação às melhorias que elas ofereceram. Exemplo: O arroz que levava 20 minutos para cozinhar, e agora leva somente 10, é maravilhoso. Mas a diferença de 7 minutos para cinco minutos, não faz muita diferença".

Fonte: http://story.news.yahoo.com/news?tmpl=story&cid=1518&ncid=1518&e=7&u=/afp/20041003/bs_afp/retail_sector_brand_041003045625

quinta-feira, outubro 07, 2004

Direto Da Assessoria Da Dolly

Sem Refresco

Coca-Cola será investigada por infração à ordem econômica
A Secretaria de Direito Econômico (SDE) instaurou, nesta quinta-feira (7/10), processo administrativo contra a Coca-Cola Company, a Spal Indústria Brasileira de Bebidas, e seu ex-funcionário, Luiz Eduardo Capistrano. O órgão irá apurar se houve tentativa de fechamento do mercado a concorrentes por meio da criação de cláusulas de exclusividade ou imposição de interrupção no fornecimento de insumos.
O processo foi aberto a partir de denúncia da fabricante da marca Dolly, a Ragi Refrigerantes. Segundo ela, a Coca-Cola e a Spal (empresa que engarrafa os produtos da Coca-Cola) teriam feito circular pela internet boato de que o refrigerante Dolly causava doenças; patrocinado constantes fiscalizações de órgãos públicos nas instalações da empresa; utilizado o refrigerante Simba de forma predatória; e ameaçado interromper suas compras de insumos, caso os fornecedores não deixassem de vender produtos à Ragi.
Na fase de averiguação preliminar, a secretaria não encontrou indícios que sustentassem as três primeiras práticas e determinou que tais denúncias sejam arquivadas. No entanto, dois fornecedores – as empresas Videplast e Lorenpet -- informaram ter sido pressionados por Luiz Capistrano para não fornecer produtos à fabricante da Dolly.
Além disso, a Ragi apresentou à SDE fitas de uma conversa gravada entre o Capistrano e Laerte Codonho, proprietário da marca Dolly, em que o ex-funcionário da Spal teria dito que havia uma estratégia para limitar o fornecimento de matéria-prima às empresas menores. De acordo com análise da secretaria, "se não existem indícios de que a Coca-Cola tenha, diretamente, praticado tais infrações, há fortes indícios de que tenha, indiretamente, pelo menos permitido e estimulado a adoção dessas condutas".
As empresas terão agora 30 dias para apresentar defesa.


Revista Consultor Jurídico, 07 de outubro de 2004

O Marketing Da Responsabilidade Social

A multinacional The Coca-Cola Company responde por um dos maiores índices globais como empresa socialmente responsável. Impossível pesquisar o assunto em noticiários internacionais sem esbarrar com novos engajamentos diários da companhia em causas sociais de relevância. Mas, impossível também para quem pesquisa, é deixar de associar os engajamentos dessas causas aos crimes contra o meio-ambiente, contra os direitos civis dos cidadãos, contra os direitos humanos, e assim por diante.
Exemplo: ao contribuir para o combate à AIDS (como foi anunciado hoje, no lançamento da 4a Coca-Cola Cup nos US), imediatamente fazemos associação ao fato de que, na Nigéria, os funcionários da Coca-cola estão denunciando a falta de um plano médico para os portadodes de HIV que trabalham nas fábricas; ao se engajar à Campanha de Limpesa Às Praias, evento que aconteceu mes passado no Brasil, pensamos na devastação de cidades na Índia, com a destruição do lençol freático pelas engarrafadoras da companhia em várias cidades, levando populações à miséria por falta de água potável; com a contribuição para conter os abusos com escravidão e trabalho infantil nas zonas rurais do Brasil, relacionamos o fato do cultivo e colheita do açucar que adoça o xarope da coca-cola que segue para város países da América Latina: crianças de não mais de 8 anos de idade, são contratadas por empresa terceirizadas, e sem direito a qualquer tipo de garantia, são descontadas em suas diárias, caso se machuquem no trabalho; ao investir no combate à violência em alguns países da América Latina, lembramos da carnificina na Colômbia, causa de boicotes mundiais e processos de várias naturezas; a sua ligação com o Fome Zero remete à Bolívia, cujos nativos foram proibidos de plantar coca, a não ser que seja para a Coca-Cola e não receberam um planejamento adequado de substituição de cultivo, conseqüentemente, estão passando fome........ A lista é quase interminável.

O marketing continua sendo o forte da The Coca-Cola Company, mas os crescentes estudos sobre a burrice das políticas de propaganda rapidamente estão ganhando a mídia, que por conseqüencia, pressionam os políticos no poder, que como resultado, são obrigados a reconhecer que erraram. Seria muito mais fácil, menos caro e menos doloroso, Se a The Coca-Cola Company, encurtasse o caminho, e fizesse logo o que é certo. Começasse a respeitar seu consumidor.

domingo, outubro 03, 2004

AGUARDANDO

A audiência do programa 100% Brasil, aliada às partes interessadas, e juntamente com todo cidadão brasileiro que toma conhecimento do caso, aguardam manifestação de autoridade do governo que possa explicar como uma quantidade absurda de denúncias contra procedimentos criminosos de companhia multinacional chegam ao conhecimento da população, e misteriosamente não recebem as investigações obrigatórias por lei.
O que se vê, é o desespero da multinacional, tentando censurar as informações pra tudo que é lado, como se ainda estivéssemos numa ditadura. A Justiça brasileira pode ser lenta, mas não tem nada de obsoleta. No ponto que o caso chegou, o consumidor brasileiro, conta com e agradece, a retidão da Justiça de São Paulo, que cassando as liminares de censura impetradas pela Coca-Cola, mantém sua confiança nas autoridades deste país.

sexta-feira, outubro 01, 2004

Vencedores Do Prêmio Ig Nobel 2004

TODO VENCEDOR DE UM PRÊMIO IG NOBEL OBRIGATORIAMENTE FEZ ALGUÉM RIR, E EM SEGUIDA, FEZ ESTA MESMA PESSOA PENSAR

A 14a Cerimônia do Prêmio Ig Nobel 2004 foi realizada na noite de quinta-feira última, dia 30 de setembro, no Harvard Sander's Theater, nos Estados Unidos.

Foram premiados:

MEDICINA
Steven Stack, da Wayne State University, Detroit, Michigan, USA e James Gundlach, de Auburn University, Auburn, Alabama, USA; pelo seu relatório "O Efeito da Música Country No Suicídio".
Publicado em: Social Forces, vol. 71, n.1, setembro de 1992, pp. 211-8.
Compareceu à cerimônia: James Gundlach

FÍSICA
Ramesh Balasubramaniam, da University of Ottawa no Canadá, e Michael Turvey, da University of Connecticut e Yale University, por explorarem e explicarem a dinâmica do hula -hooping.
Referência: "Modos de Coordenação Na Dinâmica Multisegmentada do Hula Hooping", Cibernética Biológica, vol. 90, n.3, março de 2004, pp. 176-90.
Compareceram à cerimônia: Ramesh Balasubramaniam e Michael Turvey.

SAÚDE PÚBLICA
Jillian Clarke da Escola Técnica de Ciências Agrícolas de Chicago e também da Howard University por investigarem a validade científica da Regra dos Cinco Segundos sobre a garantia de se alimentar com comida que cai no chão.
Compareceu à cerimônia: Jillian Carke.

QUÍMICA
The Coca-Cola Company of Great Britain por utilizar tecnologia avançada para converter líquido do rio Tâmisa em Dasani, uma forma transparente de água, a qual, por razões de precaução acabou por se tornar indisponível aos consumidores.
NINGUÉM EM NOME DA COCA-COLA COMPARECEU À CERIMÔNIA OU MESMO REIVINDICOU O PRÊMIO

ENGENHARIA
Donald J. Smith e seu pai, o último Frank J. Smith, de Orlando, Flórida, USA, por patentear o "combover" (U.S.Patent#4,022,227).
Compareceram à cerimônia: O filho de Donald Smith, Scott Jackson Smith, e sua filha, Heather Smith.

LITERATURA
Biblioteca Americana de Pesquisa Nudista, de Kissimme, Flórida, por preservar a história do nudismo, de formas a todo mundo poder ver.
Compareceram à cerimônia: Pamela Chelstek, diretora da ANRL, Helen Fisher.

PSICOLOGIA
Daniel Simons da Universidade de Illinois em Urnbana-Champaign e Christopher Cabris da Harvard University, por demonstrar que quando as pessoas prestam atenção a algo muito de perto, facilita bastante não perceberem o resto à volta delas - mesmo que seja um gorila.
Referência: "Gorila À Nossa Volta", Daniel J. Simmons e Christopher F. Chabris, vol.28, Perception, 1999, pp. 1059-74.
DEMO: <http://viscog.beckman.uiuc.edu/media/ig.html>
Compareceram à cerimônia: Daniel Simons e Christopher Chabris.

ECONOMIA
O Vaticano por terceirizar rezas opara a Índia

PAZ
Daisuke Inoue, de Hyogo, Japão, por inventar o karaokê, e desta forma, fornrcendo uma maneira completamente inusitada de fazer as pessoas aprenderem a se tolerar mutuamente.
Compareceu à cerimônia: Daisuke Inoue.

BIOLOGIA
Ben Wilson, da University of British Columbia; Lawrence Dill da Simon Fraser University,(Canadá), Robert Batty da Associação Escocesa Para Ciência Marinha, Magnus Whalberg, da University of Aahus (Dinamarca), e Hakan Westerberg da Diretoria Nacional Sueca de Pescaria, por demonstrar que os Chupeidae Gregaria aparentemente se comunicam pela flatulência.
Referência: "Sons Produzidos por clupea harengus durante a emissão de bolhas", Magnus Whalberg e Hakan Westerberg, Recursos da Vida Aquática, vol.16, 2003, pp. 271-5.
Referência: "Chupeidae Gregaria do Atlântoco e do Pacífico produzem sons espocantes e pulsantes", Ben Wilson, Robert S. Batty e Lawrence M. Dill, Cartas de Biologia, vol. 271, 2003, pp. S95--S97.
Compareceram à cerimônia: Lawrence Dill., Robert Batty, Magnus Whalberg e Hakan Westerberg.

Fonte: http://www.improb.com/ig/ig-pastwinners.html#ig2004

O Exterminador Americano

A eleição de Arnold Schwarzenegger para governador da Califórnia serve como exemplo importante para o melhor entendimento do que é o poder americano. Em seu filme mais recente "O Exterminador 3", Schwarzenegger faz um robô indestrutível programado para proteger um jovem cuja missão é salvar o mundo. Na cena ambientada, o sistema operacional do Exterminador é corrompido, e ao invés de livrar da morte o futuro salvador do mundo, ele quase que o mata. No momento que este programa entra em choque com o comando contraditório, a palavra abort começa a piscar bem grande, em vermelho, na sua cabeça. O que acaba por impedi-lo de fazer qualquer ação.

"E3" pode ser uma perfeita metáfora dos déficits que restringem o potencial americano. Embora seu corpo físico seja de um homem com metade de sua idade, Schwarzenegger está somente a 4 anos de seu sexagésimo aniversário. Sua determinação de se manter eternamente como Mister Universo, tipifica a determinação de uma geração inteira de nunca crescer, embora isso seja inevitável e com conseqüências econômicas importantes. Ao contemplar as finanças do estado da Califórnia, o verdadeiro Arnold Schwarzenegger se confronta com um exemplo em miniatura do mega-déficit do poder econômico dos Estados Unidos.

O Exterminador é também o melhor exemplo do herói atual americano; pela simples razão que só existe UM do tipo dele. Nisso, ele personifica a escassez crônica de força produtiva. Mas, acima de tudo, o Exterminador exemplifica o déficit de atenção americano.

O paradoxo da globalização reside no fato de que quanto mais integrado o mundo, mais difuso o poder. Os antigos monopólios que tradicionalmente costumavam abrigar o poder – sedes da abundância, da liderança e do conhecimento – se fragmentaram em larga escala. E, infelizmente, graças à modernização dos meios de destruição. O poder para disseminar violência também se tornou mais equanimente distribuído, de forma que um "veneno-anão" como a Coréia do Norte consegue resistir ao gigante norte-americano.

Poder não consiste somente na capacidade de comprar o desejado. Isso se chama riqueza. Poder significa conseguir o que de deseja, e abaixo do preço de mercado. Significa conseguir que pessoas executem serviços ou produzam bens que não estariam disponíveis a qualquer preço. No entanto, o poder tende a diminuir se ele for compartilhado. Um país que possua uma bomba atômica é mais poderoso se o resto do mundo não tiver nenhuma; é mais poderoso que um país com mil bombas atômicas, se cada um dos outros países tiverem uma. O que denota mais uma semelhança com o Exterminador.

Os Estados Unidos têm capacidade para disseminar ampla destruição sem sofrer maiores danos em sua execução – não existe regime que resistiria ao seu ataque, caso desejasse exterminá-lo – incluindo a Coréia do Norte. Contudo, o Exterminador Americano só não está preparado para reconstruir outros que não sejam ele mesmo. Por isso, não será surpresa para ninguém, se o Exterminador americano se utilizar do álibi das pressões internas e externas, para se retirar do Iraque e do Afeganistão, antes da esperada reconstrução econômica destes dois paises. O poder americano vai então se pronunciar disperso, e vai admitir: "I won't be back!" (Eu não voltarei!)

Fonte: http://www.msnbc.msn.com/id/3606145/site/newsweek/