sexta-feira, maio 05, 2006

Pó de ferro....o novo ingrediente.

A Coca-Cola anunciou hoje que ordenou o recolhimento de 830 mil garrafas da bebida no Japão após a descoberta de pó de ferro misturado com o líquido em algumas unidades do refrigerante.
Os produtos afetados são as garrafas de plástico de dois litros de Aquarius, de meio litro de Qoo Tottemo Orange, e as de 1,5 litro de Coca-Cola, Coca-Cola Diet, Fanta Laranja e Fanta Uva, indicou a agência de notícias Kyodo.
Segundo a "Kyodo", a empresa afirmou que caso os consumidores bebam os produtos contaminados, sua saúde será afetada.
As garrafas contaminadas foram produzidas entre 26 e 30 de março nas fábricas que a multinacional americana possui na província japonesa de Shiga. Posteriormente, os vasilhames foram distribuídos por todo o centro e o oeste do Japão.
A primeira denúncia foi feita em 27 de abril, quando um consumidor alertou sobre a existência de "uma substância que parece pó preto" em uma das bebidas.
A comprovação da contaminação levou a Coca-Cola do Japão à conclusão de que o produto
adulterado resultou de uma falha no equipamento de medida da linha de produção.

Fonte: INVERTIA



quarta-feira, abril 26, 2006

A mídia cala, mas a consciência não....

Estudantes acusam Coca-Cola por mortes na Colômbia
Quarta, 26 de Abril de 2006


Estudantes da Universidade da Califórnia (UCLA), na costa oeste dos Estados Unidos, decidiram protestar contra a Coca-Cola e banir produtos da marca do campus da universidade. Eles acusam a gigante dos refrigerantes de ter responsabilidade na morte de trabalhadores na Colômbia, vítimas das guerrilhas da região.
A empresa já foi ré em dois processos de responsabilidade em mortes entre seus funcionários naquele país, mas foi absolvida em ambas. Mas os estudantes seguem com o protesto. Representantes da Coca-Cola estiveram no campus da UCLA para negociar com os estudantes, mas foram repelidos.

Fonte: Invertia

E o Golias desleal, ataca outra vez!!!

Empresa processa Coca-Cola por "roubo" de slogan
Segunda, 24 de Abril de 2006



A fabricante do refrigerante Cricket Cola, nos Estados Unidos, está processando a gigante dos refrigerantes Coca-Cola por "roubar" seu slogan. "Felicidade em uma garrafa" é o conceito da nova campanha desenvolvida pela Coca-Cola, que a Cricket Cola diz usar há dois anos. Em protesto, a Cricket está veiculando anúncios com o título "Olá Golias, este é Davi", em referência aos personagens bíblicos. A empresa também quer negociar o valor da indenização

Fonte:Invertia

segunda-feira, abril 24, 2006

Golias desleal, ataca outra vez.....

Empresa processa Coca-Cola por "roubo" de slogan
Segunda, 24 de Abril de 2006, 10h00
Fonte: INVERTIA





A fabricante do refrigerante Cricket Cola, nos Estados Unidos, está processando a gigante dos refrigerantes Coca-Cola por "roubar" seu slogan. "Felicidade em uma garrafa" é o conceito da nova campanha desenvolvida pela Coca-Cola, que a Cricket Cola diz usar há dois anos.
Em protesto, a Cricket está veiculando anúncios com o título "Olá Golias, este é Davi", em referência aos personagens bíblicos. A empresa também quer negociar o valor da indenização.

sexta-feira, março 31, 2006

Se tirar a folha.....acaba!!!

Em crise, Coca-Cola troca propaganda pela 5ª vez na década


Depois de seis anos sem emplacar uma campanha publicitária de sucesso, a Coca-Cola lança neste fim-de-semana uma série de anúncios que trazem um novo slogan mundial: "The Coke side of life", ou "O lado Coca-Cola da vida". A campanha tenta dar fôlego à marca, que após o sucesso do "Sempre Coca-Cola", lançado em 1993 e retirado em 1999, já mudou de estratégia quatro vezes.
Além do fracasso dos anúncios, a maior fabricante de refrigerantes do mundo tenta contornar seus cinco anos de declínio nas vendas nos Estados Unidos. Para isso, o gasto anual com marketing e desenvolvimento de produto foi ampliado em US$ 400 milhões
O investimento tenta atrair os consumidores que cada vez mais fogem dos refrigerantes açucarados e procuram água engarrafada e bebidas isotônicas.
Os anúncios vão estimular as pessoas a desfrutarem de uma bebida calórica refletindo "momentos de vida simples e otimistas", detalha a empresa. O trabalho é encabeçado por Mary Minnick, a quarta diretora de marketing da empresa em três anos, promovida a vice-presidente executiva de marketing global e inovação em março de 2005.
"A campanha pretende restaurar o caso de amor entre o consumidor e esta marca", afirmou Mary ao The Wall Street Journal.
Em um dos novos anúncios, um jovem bebe Coca-Cola enquanto desce de bicicleta uma rua vazia, cruza várias paradas na cidade, o país e uma cidade até voltar para o ponto de partida com a garrafa vazia. Em outro anúncio que lembra uma campanha bem-sucedida anterior, letras brancas em fundo vermelho dizem: "Para sua informação, custa aproximadamente US$ 4.213.717,00 para comprar uma Coca-Cola para o mundo".


Queda nas vendas

O volume de consumo da Coca-Cola Classic nos EUA declinou 2% em 2005 para 1,8 bilhão de caixas, conforme os dados coletados pela Beverage Digest, revista especializada do setor. As remessas da Coke representam 41% de todo o volume de refrigerantes da empresa nos EUA.
O mercado de refrigerantes norte-americano, que foi aquecido nos anos recentes pelos dietéticos, encolheu 0,2% para 10,2 bilhões de caixas no ano passado, segundo os dados da publicação. Esse foi o primeiro declínio global do setor desde que a publicação começou a rastrear a atividade de US$ 68 bilhões em 1985.
O principal executivo, E. Neville Isdell, de 62 anos, ampliou permanentemente no ano passado a verba de marketing e de desenvolvimento de novos produtos em US$ 400 milhões para estimular as vendas. A Coca-Cola gastou US$ 2,48 bilhões em publicidade no ano que passou, segundo um documento regulamentar.


Fonte: Gazeta Mercantil, 31 de março de 2006

segunda-feira, março 20, 2006

Escolha de cada um....

domingo, março 05, 2006

Engraçado.....

Coca-Cola compra água italiana 20-02-2006

O gigante norte-americano Coca-Cola adquiriu o Grupo Trafficante, uma empresa italiana que opera no mercado das águas minerais, refere a Lebensmittel citando o site online Südtinol.Representando um investimento de 35 milhões de euros, este negócio envolve a compra das duas marcas de água mineral Lilia e Lilia Kiss, assim como a aquisição de duas unidades de produção situadas no sul de Itália.

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Alguém sabe responder?

Como é possível o CONAR rtirar anúncio para prevenir o mau exemplo e o Ministério da Saúde não colocar restrições a um produto ilegal? A resposta está na falta de pressão da sociedade consumidora. Já existe grande parte da população no Brasil informada do fato. ........Falta respaldo. aos consumidores.

http://www.folaoral.org/ABO.htm

Entendendo mais um pouco.....

terça-feira, fevereiro 07, 2006

COCACOLA fazendo esCOLA, com COCA...

Indígenas produzem refrigerante de coca.

Produtos alimentícios fabricados na Colômbia usando a folha da coca como matéria-prima mostram que a planta pode ser lucrativa de maneira legal
Um grupo de indígenas colombianos lançou no fim de semana, numa festa tradicional da comunidade, a Coca-Sek, refrigerante à base de folhas da coca, numa iniciativa que esperam servir para combater a demonização dos produtos feitos com a planta e para dar novo enfoque à luta mundial contra os narcóticos produzidos com essa planta. A bebida energética, de cor amarelada e sabor adocicado, foi apresentada oficialmente na sexta-feira, no município de Inzá, 700 quilômetros a sudoeste de Bogotá.Pretendemos “abrir um nicho no mercado competitivo”, declarou David Curtidor, líder do projeto desenvolvido pelos índios de Nasa (etnia Paéz), do departamento de Cauca, com a finalidade de recuperar o uso ancestral da coca com fins terapêuticos, alimentares e ritualísticos.Outra comunidade já conseguiu comercializar certos produtos à base da folha de coca, como chá, biscoitos, vegetais cristalizados e até um aperitivo que chamam de vinho de coca. Os pequenos empresários os consideram parte de um processo alternativo de recuperação e proteção do patrimônio cultural dos povos colombianos. Além de vendê-los em supermercados da capital do país, Bogotá, conseguiram exportar parte de sua modesta produção.Cerca de 200 caixas de chá são vendidas mensalmente na França, Canadá, Espanha e Venezuela. Esse reduzido número de unidades se deve ao fato de que “o único que pode comercializar legalmente os produtos coca no mundo é a Coca-Cola”, explica Curtidor.Após seis anos de tentativas e erros para definir a fórmula da nova bebida, os indígenas decidiram lançar o refrigerante para desafiar, de sua cultura autóctone, os costumes do mundo globalizado. “É uma iniciativa de paz por parte da comunidade indígena”, garante a mulher de Curtidor, Fabiola Piñacué, uma Nasa que estudou ciência política e foi prefeita do povoado de Belalcázar, onde fica sua comunidade. Junto com eles, 16 pessoas trabalham na fábrica onde se processam os produtos. Mas outras 3 mil se beneficiam da venda de sua produção de folha de coca.
PREÇO ESTÁVEL “Nós compramos a produção de folhas dessas pessoas a um preço mais caro que os narcotraficantes e, além disso, mantemos o preço estável”, afirma Curtidor. Ele lembra que, a princípio, a polícia fazia batidas em sua casa e os acusava de tráfico por armazenar folhas de coca.Sua mulher acha que esse caminho de reivindicar os usos não-ilícitos da coca é uma forma mais inteligente de combater o tráfico de drogas do que as fumigações e a repressão, como as que os Estados Unidos realizam para destruir os plantios. “É absurdo. Se acabarmos com a folha de coca, acaba a nossa cultura indígena. Um povo sem coca é um povo morto”, diz Curtidor. Para ele, em muitas comunidades aborígenes do Sul da Colômbia o vegetal ainda é usado como moeda de troca.Curtidor e Fabiola estão otimistas em relação à acolhida que a bebida terá não só entre suas comunidades, mas em outras regiões do país, para onde planejam estender a venda uma vez superados os problemas iniciais de financiamento, que, no momento, limitam a produção a 5 mil garrafas. “Queremos agora conseguir orçamento para comprar veículos para transportar nossos produtos e lugares para começar a cultivar nós mesmos as plantas de coca”, ele conclui
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Fonte: Mauricio Duenas/ AFP

terça-feira, janeiro 24, 2006

E no Brasil......silêncio....

domingo, janeiro 22, 2006

Quem compra?Quem compra?Quem compra?...

Em entrevista à BBC.mundo, Evo Morales explicitou sua posição na questão da revalorização internacional da cultura e da produção da folha de coca -- trecho transcrito abaixo. Vale checar também a entrevista do vice-presidente eleito, Álvaro Linera.

Usted basó su campaña en la producción o en la libertad de tener los cultivos de la hoja de coca. ¿Cuál es el final de su propuesta sobre este tema?

Hay que racionalizar la producción de la hoja de coca. Hicimos un estudio sobre la industrialización de la hoja de coca. Hasta ahora, hemos logrado con muchas investigaciones obtener conocimientos científicos sobre la hoja de coca.
Vamos a sostener esto y si se quiere ampliar la producción entonces tendremos que hacer estudios al respecto.

Muchos temen que estas hojas de coca terminen en la elaboración de la cocaína. ¿Cómo se puede controlar esto?

Es legal la coca en Bolivia, lamentablemente es legal para la Coca Cola pero no es para que la zona andina la envíe al exterior. No estamos hablando de un libre cultivo de la coca, sino del huerto de 40 metros cuadrados. Esta es una forma de racionalizar la producción.
Nosotros creemos que la hoja de coca debe retirarse de la lista de venenos de Naciones Unidas, hay investigaciones de la Organización Mundial de la Salud que demuestran que la hoja no es veneno y más bien es beneficioso para el ser humano. Por ello no puede seguir siendo parte de la lista de venenos de la ONU.

¿Señor Morales, pero en este momento hay un consumo tan grande en su país como para que se legalice un consumo interno tan voluminoso?

Está legalizada la coca en Bolivia, ¿Quién dice que está penalizada? Estoy hablando de la comunidad internacional, y repito, no es posible que sea legal la coca para la Coca Cola e ilegal para la comunidad andina. Hay que revalorizar la hoja.

Dicen que la coca fue retirada de la fórmula de la Coca Cola desde 1929.

¿Pero quién compra en Estados Unidos la coca de Bolivia o Perú? Con pretextos, hace cuatro años atrás todavía seguían comprando la hoja. Si ya retiraron este ingrediente de la Coca Cola ¿entonces para qué siguen comprando? Su pretexto debe ser con otros fines. Imagínese entonces como el gobierno estadounidense compra la coca pero con otros fines.

O que vale? a "convenção" ou a Lei Brasileira?

EUA são maiores compradores legais de coca

As restrições à coca impostas pelas convenções internacionais não impedem a existência de um comércio internacional legal do produto, no qual os Estados Unidos são os principais compradores. De acordo com dados das Nações Unidas, que fiscalizam esse comércio legal, os Estados Unidos devem importar em 2006 cerca de 120 toneladas de folhas de coca, ou 98,8% de todas as folhas de coca que devem ser comercializadas legalmente no mercado internacional neste ano.
Esta demanda americana pelas folhas de coca é alimentada pelo uso da planta como base para a fabricação de um aromatizante utilizado na preparação da Coca-Cola. O aromatizante é obtido após a retirada do alcalóide cocaína, para garantir que o produto final não tenha nenhum traço da droga.
A utilização da coca como base para aromatizantes é permitida graças à existência de um artigo específico na Convenção Única das Nações Unidas sobre Narcóticos, de 1961, que diz que o uso de folhas de coca deve ser permitido "para a preparação de agente aromatizante, que não deve conter nenhum alcalóide" e que "na medida necessária para tal uso" deve ser permitida a "produção, importação, exportação, comércio e posse de tais folhas".
A mesma convenção reconhecia em outro artigo o uso tradicional da coca, mas estabelecia um prazo de 25 anos para que o hábito de mascar as folhas fosse abolido. A proibição ao comércio internacional de coca abrange, por exemplo, os chás industrializados à base da folha, largamente consumidos nos países andinos.
ReclamaçãoEm entrevista à BBC logo após sua eleição à Presidência da Bolívia, no mês passado, Evo Morales reclamou da limitação imposta pela convenção aos países andinos. "A coca é legal na Bolívia. Quem diz que é ilegal? Estou falando da comunidade internacional, e repito, não é possível que a coca seja legal para a Coca-Cola e ilegal para a comunidade andina. É preciso revalorizar a folha", disse Morales.
Segundo dados do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, existem hoje três empresas no país autorizadas a importar folhas de coca. Uma delas, Stepan Chemical, é responsável desde 1903 pela fabricação, para a Coca-Cola, de um aromatizante incluído na fórmula do refrigerante.
A cocaína retirada das folhas pela empresa durante o processo de fabricação do aromatizante é vendida em parte para pesquisas ou usos médicos. Outra parte acaba destruída
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Dados do comércioOs últimos dados disponíveis sobre o comércio efetivo de coca indicam que os Estados Unidos importaram 114,2 toneladas de coca em 2002, ou 99,1% de toda a coca comercializada legalmente naquele ano. Além dos Estados Unidos, apenas a Itália comprou coca legalmente em 2002 ¿ apenas uma tonelada.
Em 2001, os Estados Unidos haviam comprado 175,3 toneladas do produto ¿ 99,7% do total comercializado internacionalmente. Naquele ano, somente a Holanda também importou folhas de coca legalmente, 500 kg.
O Peru e a Bolívia são os únicos países com permissão para exportar legalmente folhas de coca, mas desde 2000 somente o Peru vende internacionalmente o produto, de acordo com os dados da ONU.
A exportação legal existente hoje representa, porém, uma parcela muito pequena da produção de coca nos países andinos. Segundo um relatório do Escritório das Nações Unidas contra Droga e Crime, a produção potencial de coca na Bolívia em 2004 era de 25 mil toneladas de folhas, enquanto o Peru poderia produzir até 70 mil toneladas.
A Colômbia, maior produtor mundial de coca, mas cujos cultivos são ilegais em sua totalidade, tinha uma produção potencial de 149 mil toneladas de folhas em 2004.

FONTE: BBC